O bispo auxiliar de Bagdad, D. Andreas Abouna, considera que as eleições de 15 de Dezembro, no Iraque, constituíram “um pesadelo” para a comunidade cristã, uma vez que garantiram a vitória aos extremistas muçulmanos da chamada “linha dura”. Com apenas 3 deputados, os cristãos não terão, seguramente, uma voz activa no novo Parlamento. A Aliança Iraquiana Unificada (AIU), ligada aos religiosos xiitas, obteve cerca de 48% dos votos, podendo alcançar 270 lugares na Assembleia Nacional através de uma coligação com a Aliança Curda, apoiada pelo clérigo Ali al-Sistani.
