Vaticano sem crimes na transição de pontificados

As autoridades judiciais do Vaticano não receberam nenhuma denúncia relativa a qualquer crime durante as enchentes de Abril de 2005, altura em que mais de seis milhões de pessoas passaram pelo pequeno Estado. O “promotor de justiça” do Vaticano, Nicola Picardi, classificou estes factos como algo de “extraordinário”, dado estarmos na presença de um aglomerado de milhões de pessoas que chegavam e partiam, reunidas num espaço exíguo, de 2 de Abril, dia em que morreu João Paulo II, a 24 de Abril de 2005, data do início solene do novo pontificado.