Fórmula mágica do animador cristão: tirar o “ni” da palavra “animar” e “s” de “crise”

Ecos da última sessão do Efatha, sobre a vocação, e do Qahal, sobre animação de grupos

No dia 6 de Março de 2010, teve lugar, no Centro de Acção Pastoral, o EFATHA com o tema “(Pro)Vocações – O animador em ano Sacerdotal”, orientado pelo P.e Pablo Lima, actual director do Departamento Nacional de Pastoral Juvenil. 26 animadores de toda a Diocese tiveram um tempo de reflexão sobre a vocação sacerdotal e como neste momento a sociedade, em geral, aborda esta temática.

As conclusões a que chegaram foram muito variadas, desde perceber a importância dos padres nas suas vidas, o relevo que têm de dar a esta vocação junto dos jovens, passando pela realidade de “termos uma Igreja um pouco fechada, com receio de mostrar para o exterior, o que de melhor se faz”.

Já no último fim-de-semana, 13 e 14 de Março, no antigo Lar Universitário das Irmãs Dominicanas, teve lugar a primeira sessão do QAHAL, que contou com 25 animadores da nossa Diocese orientados pelo Sector de Formação do SDPJV.

Os animadores que procuraram esta formação vinham com muitas perspectivas de adquirir “receitas” para orientarem da melhor maneira o seu trabalho com os jovens. No fundo, acabaram por encontrar algo mais do que vinham à procura, porque na verdade “receitas” ninguém possui, mas a riqueza da partilha de experiências, impulsionou-os a reflectirem sobre as suas acções e a serem criativos nas suas abordagens com os jovens.

Ao longo do tempo os animadores foram sendo confrontados com questões relativas à importância do grupo e sua dinâmica, ao papel da animação e da análise da realidade social dos jovens, não esquecendo o que é a Pastoral Juvenil.

Se «na nossa vida e nas nossas actividades conseguirmos retirar o “ni” na palavra animar e o “s” na palavra crise, conseguiremos fazer mais facilmente um trabalho de qualidade».

Os animadores ficaram marcados pelos momentos de oração que os aproximaram de maneira especial do rosto de Jesus Cristo, reflectindo a sua vocação como animador, para que nas suas acções não esqueçam que é por Ele que trabalham e é em nome d’Ele que se reúnem.

Mas como neste fim-de-semana nem tudo foi ”trabalho”, houve oportunidade para se divertirem, com os papéis que muitas vezes assumem enquanto animadores.

Na generalidade, este encontro foi um momento de “convívio”, “partilha e troca de experiências”, que proporcionou “felicidade” e “contribuiu para a motivação” e união do grupo”.

O sector de formação

SDPJV Aveiro