Que a sorte e o talento dêem ao novo Presidente a sabedoria de perceber o que pode e deve fazer e o que não pode e não deve fazer.
Miguel Sousa Tavares
Expresso, 11-03-06
Sócrates e Cavaco vão entender-se e trabalhar por Portugal, por muito que gesticulem os profetas da desgraça.
Emídio Rangel
Correio da Manhã, 11-03-06
Cavaco Silva sabe que a 9 de Março de 2011, data em que será reempossado caso cumpra integralmente o primeiro mandato e vença uma nova eleição, o país não pode estar a ouvir, como ouviu em 2001 e em 2006, que urge fazer a reforma do sistema político e conseguir um crescimento sustentado.
Helena Matos
Público, 11-03-06
Há pessoas que gastam fortunas com operações plásticas para não verem, no seu rosto, as marcas da idade. E compreende-se. Já são Paulo se referiu à depressão que elas podem provocar. Lem-brou, todavia, outras possibilidades menos dispendiosas e mais duradouras: “Não nos deixemos abater. Pelo contrário. Embora, em nós, o homem exterior vá ca-minhando para a sua ruína, o homem interior renova-se dia a dia (…). Não olhemos para as coisas que se vêem, mas para as que se não vêem. O que se vê é transitório. O que não se vê é eterno” (2 Cor 4,16-18).
Bento Domingues
Público, 12-03-06
Será que a realidade é só o que se pode medir e calcular? Se se pretende reduzir tudo ao quantitativo, onde é que está o qualitativo, o belo, a sensibilidade, o corpo, a emoção, a racionalidade simbólica? (…) No ser humano há a pulsão e a lógica, a afectividade e o pensamento, a emoção e o cálculo, o impulso e a razão – a razão que sente.
Anselmo Borges
Diário de Notícias, 12-03-06
São hoje numerosas as mulheres polifacetadas e multimodais, que revestiram a política com humor, sensibilidade, con-vicção, razoabilidade e um orgulhoso sentido de diferença.
Maria José Nogueira Pinto
Diário de Notícias, 10-02-06
As necessidades energéticas da Europa dependem em cerca de 50% de fontes externas e os relatórios oficiais apontam para que esta dependência tenda a aumentar significativamente nas próximas décadas. Esta realidade coloca em simultâneo um problema económico e um problema político.
António Vitorino
Diário de Notícias, 10-02-06
