Olho de Lince A hora de almoço acabara. Era tempo de regressar às lides escolares. Surpreendeu-me, por isso, encontrar aquele pequeno por ali. Por tal razão o questionei.
A resposta não se fez esperar. O tempo ainda dava para ajudar algum idoso a descer para o almoço. E aí estava ele, disponível e risonho, para dar a sua mão a quem precisasse.
Um ritual que acontece quase diariamente: alguém que precisa, algum dos mais pequenos que se oferece, o pessoal de serviço que acompanha, mas aceita estes gestos, potenciando o seu valor educativo.
Não sei se tais atitudes são compatíveis com as regras, com as leis. Mas que elas são reveladoras de reservas de humanidade, isso são! E que educam mais do que muitos decretos governamentais, também não tenho dúvidas.
Afinal, há sempre alguém… que precisa; há sempre alguém, mesmo criança, com humanidade, que ajuda! E assim se constrói uma sociedade mais fraterna.
Q. S.
