A Igreja não se opõe à investigação com células estaminais, desde que não haja destruição de embriões. “A pesquisa deve ser justamente encorajada e promovida, sempre que não for feita em detrimento de outros seres humanos, cuja dignidade é intocável desde os primeiros momentos da existência”, afirmou Bento XVI, na audiência geral de 27 de Junho.
Ao saudar aos participantes de um congresso internacional sobre células estaminais adultas, organizado pela Universidade “La Sapienza” de Roma, o Pontífice lembrou que a posição da Igreja neste campo, “apoiada pela razão e pela ciência, é clara”.
A Igreja promove a investigação em células estaminais não embrionárias, que existem no sangue do cordão umbilical ou na medula óssea, por exemplo, consideradas por alguns especialistas melhores para o tratamento das doenças do que as dos embriões.
