Livro de encontros, fé e cultura

“Sem memória e sem tempo de memória fecunda, não existimos e morremos lentamente”. Esta frase, da autoria do P.e Pedro José, vem no livro comemorativo dos 25 anos do CUFC, apresentado no sábado por D. António Marcelino, que a citou como grande ideia-chave que preside a um projeto deste género.

Com cerca de 80 páginas, este livro é feito das memórias, partilhas e desejos de quem esteve ou está à frente da Diocese de Aveiro e da UA, dos que dirigiram e dirigem o Centro Universitário e dos que o frequentaram e frequentam.

D. António Marcelino, evocando as origens do CUFC, disse ser “o único que viveu tudo”, já que todos os outros protagonistas – e são muitos – têm somente “visões parcelares”. Algumas dessas visões fragmentárias, estão neste livro, que não se lê como uma “história do CUFC”, mas como relatos das vivências no CUFC.

Escreve D. António Francisco, a propósito das pessoas e iniciativas que o Centro tem levado a cabo, o que bem resume o livro no seu conteúdo e finalidade: “Somos corredores e peregrinos, em busca de certezas maiores, sabendo que o tempo não se repete, mas sabendo igualmente que o tempo não se perde, porque nele se alicerça o nosso futuro comum e se vislumbra o encontro sempre procurado com Deus”.