Mais reformados e menos atenção a eles

Olhos na Rua Uma reunião de avaliação deu consciência de que aumenta o número dos reformados, mas não a atenção pastoral a que têm direito. Sempre que se pensa em gente idosa, logo se pensa que esta já não merece senão uma atenção de ordem social que cubra, no possível, as suas limitações e necessidades. Ora, sendo isso importante, nem sempre é este o caso.

Os idosos e, nomeadamente, os reformados têm valores a reconhecer e a estimular, embora a sociedade nem sempre o reconheça e raramente recorra a eles para acolher a sua sabedoria, a sua experiência, quando estão mais aptos para ajudar e menos preocupados com favores materiais.

A Igreja presta atenção a esta realidade e tem movimentos ou associações votados a dar e a receber dos reformados quanto eles podem dar e se lhes pode dar. Parece que em algumas dioceses e em muitas paróquias isto ainda não é conhecido e pensam apenas em multiplicar medidas sociais.

O movimento Vida Ascendente, com um tripé significativo – Amizade, Espiritualidade e Apostolado – tem-se mostrado um caminho sério e cheio de possibilidades. Porque não se aproveita?