Na Imprensa

Nenhum homem providencial resolverá os problemas de Portugal, cuja solução reclama a participação de todos.

Santana Castilho

Público, 02-02-2011

É preciso revitalizar a credibilidade dos políticos. Com um sentido de austeridade.

Jorge Lacão

Diário Económico, 02-02-2011

Aquilo que está agora em causa é saber-se se a escolaridade obrigatória implica frequentar uma escola que as famílias não querem, que não é mais barata e que não apresenta melhores resultados. (…) Esta guerra do Estado com as escolas com contrato de associação é (…) o reflexo de um Estado que deixou de se ver como um garante de direitos e foi capturado por uma casta que transformou o discurso da igualdade e do gratuito num dogma que assegura os seus privilégios e os dos seus filhos.

Helena Matos

Público, 03-02-2011

O sector empresarial do Estado, salvo algumas excepções, é uma sangria desatada de milhões e milhões.

Helena Cristina Coelho

Diário Económico, 02-02-2011

Em política, a miopia é uma doença endémica. Os governos não enxergam para além das eleições seguintes e só de soslaio olham para as próximas gerações.

Bagão Félix

Correio da Manhã, 03-02-2011

Usa-se muito, em Portugal, o conceito consenso, e era importante usar o compromisso.

Carvalho da Silva

Jornal de Notícias, 04-02-2011

(…) O problema está na crise política, que todos sentimos, mas a ninguém interessa solucionar, uma vez que os culpados são quem tem o poder para a resolver. É pedir a um pilha-galinhas de profissão que vire vegetariano.

Luís Campos e Cunha

Público, 04-02-2011

Para dialogar é preciso que cientistas e teólogos se escutem e interpelem mutuamente.

Bento Domingues

Público, 06-02-2011