O Domingo (I)

Reaprender… para viver melhor O Domingo não nasceu por decreto. Nem o hábito de, nele, se reunir a Assembleia Cristã, para celebrar o seu culto. Vivendo a experiência da ressurreição, sentindo-se interiormente possuídos pelo Espírito do Senhor Jesus, que lhes dava força, os grupos de discípulos experimentam a necessidade de se reunir frequentemente. E depressa escolhem o primeiro dia da semana, que passa a ser conhecido como o “dia do Senhor”, que, em latim, de diz “dies Dominica” – domingo.

“Institui-se”, deste modo, a celebração semanal da experiência da ressurreição, com a evocação dos acontecimentos da vida do Mestre, com a leitura de “cânticos, salmos e hinos inspirados”, com a repetição do gesto de Jesus – o da entrega do pão e do vinho -, sob a repetição das Suas palavras indeléveis: “Isto é o Meu corpo; este é o cálice do Meu sangue; fazei isto em memória de Mim”.

Dois aspectos fundamentais a reter. Por um lado, a vinculação ao acontecimento da Ceia, cumprindo o mandamento do Senhor: “Fazei isto em memória de Mim”. Por outro, a data motivadora da celebração: o primeiro dia da semana, aquele em que sentiram que o Senhor está vivo, aquele em que Ele próprio se apresentou no meio deles, para atestar que esse encontro é sinal da Sua presença constante. Tomé, que não estava da primeira vez, sentiu a Sua presença no encontro seguinte.

Q.S.