“O sentido e o alcance de uma visita ao Papa”

Memória CV – Há 25 anos No rescaldo da visita “ad limina” de 1983, D. António Marcelino escrevia no Correio do Vouga de 11 de Fevereiro de 1983: “Roma é sempre um apelo à universalidade e à unidade. O contacto com o Papa é sempre um apelo à comunhão na missão comum que Cristo confiou à Sua Igreja e nela a vai realizando através da História (…)”. O então bispo coadjutor refere que João Paulo II convidou todos os bispos a, de Roma, abençoarem os seus fiéis e acrescenta que a visita foi uma “ocasião privilegiada para sentir o ridículo do espírito de capelinha ou de campanário, o contra-senso cristão de tudo quanto cheira a individualismo e a rotina, o anti-evangélico que é querer ser Igreja de Cristo sem estar, permanentemente, numa atitude de sérvio aos homens e de sensibilidade comprometida aos seus concretos problemas e aspirações”.