Bento XVI agradeceu o trabalho dos cristãos na República Islâmica do Irão e indicou-lhes duas vias para aprofundar na sua relação com as autoridades do país: o diálogo cultural e o exercício da caridade. “Esta última iluminará a primeira e será o seu motor”, afirmou o Santo Padre no seu discurso aos bispos daquele país, que foram a Roma por ocasião da quinquenal visita “ad limina apostolorum”. O Papa referiu-se, ainda, à “antiga presença” dos cristãos no Irão, nas suas três comunidades, arménia, caldeia e latina, cujo testemunho de “unidade na diversidade” é importante para toda a Igreja.
