Bento XVI, no primeiro Domingo da Quaresma, destacou a “passagem pelo deserto” de Jesus como símbolo quaresmal. “No deserto, lugar da provação, como mostra a experiência do povo de Israel, aparece com viva dramatismo a realidade da kenosis, do esvaziamento de Cristo, que se despojou da forma de Deus”.
“Ele, que não pecou e não pode pecar, submete-se à prova e por isso pode combater nossa doença. Deixa-se tentar por Satanás, o adversário, que desde o princípio se opôs ao desígnio salvífico de Deus em favor dos homens”, acrescentou.
