Depois de reabilitada Depois de nove meses de gestação e de muitos transtornos para o trânsito diário e da população local, a ponte de Cacia-Angeja está de novo aberta ao grande afluxo rodoviário desde a semana passada.
A reabilitação desta obra, sobre o rio Vouga, é da responsabilidade do Instituto de Estradas de Portugal, consistindo a reconstrução nas fundações dos pilares e outras estruturas indispensáveis à durabilidade, em segurança, desta importante obra por onde passam diariamente milhares de automóveis e carros de bois para além do quase contínuo tráfego de camionetas de todos o País descarregando matéria prima para a Portucel.
Refira-se que esta ponte foi encerrada depois de terem sido detectadas algumas falhas na estrutura e em período em que as pontes, neste país, estiveram em foco e continuam a estar. Evitar mais tragédias deve ser a palavra de ordem.
As obras, que datam já do ano de 1943, importaram em 1.529. 175,09 euros. Dos Fundos Comunitários foram recebidos 856.780 euros.
A importância deste empreendimento é bem evidente, tanto mais que ela servirá, agora, também, para tráfego dos agricultores daquela zona agrícola. Isto porque a ponte militar, em ferro, que substituiu temporariamente a do Outeiro, sobre o Rio Novo do Príncipe (interdita à circulação) foi retirada ao tráfego.
Os lavradores, agora, só lhes resta a ponte de Vilarinho, enquanto não surgir a definitiva ponte, uma obra que se integra no Plano da Pista de Remo, um estudo – projecto que já mereceu, finalmente, a aprovação pelas entidades ambientais.
