Para o Papa
A cidade alemã de Aachen atribuiu ao Papa João Paulo II o Prémio Internacional Carlos Magno, segundo anunciou a Sala de Imprensa da Santa Sé. O prémio traduz o reconhecimento pela missão do Papa em favor da unidade entre os povos da Europa, assente nos valores “eficazmente promovidos pelo cristianismo”.
O comunicado da Santa Sé revela que o Santo Padre se sente honrado com o Prémio que lhe foi atribuído e que lhe será entregue no dia 25 de Março de 2004 no Vaticano.
Aachen é a cidade mais ocidental da Alemanha, situando-se precisamente na confluência das fronteiras com a Bélgica e a Holanda.
Carlos Magno, falecido em 824, fez de Aachen a sua residência predilecta, pelas suas potencialidades termais, e nela mandou construir um palácio com capela, que constitui o núcleo da Catedral, que é Monumento da Humanidade.
Para os que promovem a paz
A Fundação Ajuda à Igreja que Sofre criou o Prémio João Paulo II, a atribuir anualmente a quem se destaque na promoção da Justiça e da Paz, em defesa daqueles que no mundo são vítimas de perseguição religiosa.
No valor de 50 mil Euros – verba que será obtida ao abrigo da Lei do Mecenato – o Prémio João Paulo II procurará destacar o trabalho de pessoas ou instituições que tenham auxiliado vítimas de perseguição religiosa no mundo. A instituição deste Prémio visa ainda contribuir para a promoção da Nova Evangeliza-ção, da Justiça, da Paz e dos Direitos Humanos.
Esta iniciativa insere-se numa estratégia mais vasta da Fundação Ajuda à Igreja que Sofre, que visa promover a paz e a reconciliação no mundo, apoiando todos aqueles que mais sofrem e que são vítimas de injustiça e de perseguição. Por isso, entre as várias actividades que aquela instituição vai levar a cabo no corrente ano, destaca-se a realização de um Congresso sobre o Desemprego e a realização de duas grandes exposições de apoio directo à Guiné-Bissau, o mais pobre país da comunidade das nações de língua portuguesa.
