Urge um “empenhamento dos cristãos” para que possam erguer “uma nova governança, com qualidade para inventar o futuro, que mais do que repetir doutrinas sociais, parta, como intuiu o Concílio, da força inovadora do Evangelho”.
D. Carlos Azevedo, membro do Conselho Pontifício da Cultura (Santa Sé), falando no Porto sobre os 50 anos do II Concílio do Vaticano
