A Santa Sé defendeu junto das Nações Unidas uma “globalização dos direitos humanos”, que corresponda à da economia e das comunicações.
O representante da Santa Sé junto da ONU em Genebra, Arcebispo Silvano M. Tomasi, referiu que “a prioridade dos direitos da pessoa humana tem precedência sobre as considerações políticas estreitas e as vantagens imediatas que podem resultar do tolerar a violação desses direitos”.
Falando no Conselho dos Direitos Humanos das Nações Unidas, este responsável saudou os esforços multilaterais levados a cabo nos últimos meses e disse que o consenso atingido “é um ponto de partida” para seguir em frente.
O Arcebispo Tomasi pediu “um apoio mais determinado e eficaz e a promoção dos direitos de todos os homens e mulheres, mesmo nas regiões mais remotas e silenciadas do mundo”.
