Há alguns anos que o espírito de Taizé tem contagiado muitos jovens de Aveiro. Pela universalidade da comunicação, pelo seu ecumenismo, pela simplicidade da sua oração, pela simplicidade da comunicação com Deus. Ir a Taizé é ir “beber da fonte”.
Neste ano, especialmente dedicado à oração, o SDPJV Aveiro quer proporcionar a todos quantos desejem uma experiência orante diferente e tenta dar aos jovens algo de beber na sua sede de oração. Queremos SER+Orantes!
A Igreja das Carmelitas abre as suas portas a uma vivência de oração ao estilo de Taizé. Num ambiente calmo, descontraído, a Palavra é servida ao som de cânticos simples que todos somos convidados a cantar.Num mundo cada vez mais agitado, esta é a oportunidade de parar um pouco e tentar encontrar o verdadeiro caminho, o caminho simples, no meio das encruzilhadas do nosso dia-a-dia.
Na terceira Sexta-feira de cada mês, às 21h30, na Igreja das Carmelitas (em frente ao tribunal de Aveiro), promovido pela pastoral juvenil e vocacional, mas aberto a todos, jovens ou adultos. A próxima é já dia 15 de Outubro!
Testemunhos dos participantes na Peregrinação a Taizé, em Agosto de 2010, organizada pelo SDPJV Aveiro
SERVIR, PARTILHAR E ORAR
É difícil usar as palavras para transmitir o que é Taizé para mim…
Em Taizé é permitido falar-se com coração…
Em Taizé importa o tu… o tu interior…
Em Taizé as pessoas querem estar com Deus. Querem descobrir ou aprofundar a intimidade com Deus, com os próximos… e com o “eu”…
Em Taizé ama-se… Ama-se a Deus, aos Homens e a nós mesmos através do acto de servir, partilhar e orar…
Filipa Tavares, 27 anos,
Paróquia de Oiã
ÁRVORE DE FRUTOS SUCULENTOS
Existe em Taizé algo difícil de descrever, de pôr em palavras. A melhor maneira é pensar em Taizé como uma árvore de fruto, que precisa de ser regada e acariciada, precisa de sol e água. Nesta parte entra toda a gente que por lá passa, nós, ou quem lá está, irmãos e permanentes.
É uma árvore de fruto, pois lá saciamos a nossa fome na conversa atabalhoada que temos com pessoas de mais nacionalidades do que aquelas que conseguimos contar, na oração feita três vezes ao dia, na paz que se vive nesse local, na comunhão, no sorrir de tanta gente. Mas também no crer, no acreditar, na fé de tanta gente que faz a mesma busca que nós, que percorre o mesmo caminho e que precisa de parar na sombra de uma árvore para depois poder continuar com mais força. E depois de restauradas as forças para o caminho com os suculentos frutos de Taizé, ficamos com a semente para a poder espalhar em todos os que façam parte do nosso caminho.
André Pereira, 24 anos, Paróquia de Esgueira (prolongou a estadia em Taizé por mais uma semana)
