Olho de Lince A animadora de ATL dizia-o com ar de imensa satisfação. O miúdo que viera parar à instituição onde trabalha era, surpreendentemente, um oásis de boa educação, em meio da aridez de boas maneiras da generalidade dos pequenos. “Por favor”, “obrigado”, “posso?” ou “importas-te?” – eram expressões comuns no lidar do pequeno com educadores e colegas.
E o comentário que se fazia era de que isto dependia essencialmente das famílias. À baila vieram situações de distinção absoluta de comportamentos dos mais novos, consoante estavam na companhia de uns familiares ou outros.
Curiosamente, numa situação, os padrinhos davam melhor clima do que familiares mais directos. E até se exemplificava com a atitude de um desses familiares, de desbragada má educação, com uma pessoa que outra coisa não fazia senão procurar corrigir as falhas educativas da família.
Há, na verdade, famílias que se assumem como primeira escola de virtudes humanas e cristãs. E o resultado é inquestionável! Então… passemos o “vírus”!
