Um papel perfeito para Marilyn

Pequena história da grande história Embora os estúdios cinematográficos a tenham explorado utilizando a imagem da loira tonta e explosiva, Marilyn Monroe (1926-1962) em muitas ocasiões demonstrou que era uma mulher autodidacta dotada de uma inteligência subtil. Além disso, todos ficaram surpreendidos ao descobrir qual era o seu prazer preferido: a leitura. James Joyce, Tennessee Williams, Alexandre Dumas, Truman Capote, Tolstoi, a Bíblia…

Numa conferência de imprensa, um jornalista, convencido de que aquela informação era apenas um truque, perguntou-lhe se era verdade que ela se tinha proposto para protagonizar “Os Irmãos Karamazov” numa futura versão cinematográfica.

Ela respondeu: “Não, não, não quero interpretar o papel dos irmãos, mas o de Gruchenka, a protagonista da novela”.

In Alfonso Francia,

“O Bom Humor de Homens Célebres” (ed. São Paulo)