Olho de Lince As noites foram longas de trabalho. Tão longas que não sobrou tempo para um mínimo do justo descanso, que, por norma, o “fim de semana” deveria trazer. Além disso, essas horas de labor não foram em benefício próprio, mas de apoio a uma causa social.

Em jeito de brincadeira, dissera-lhes, na véspera, que o domingo era “dia de Missa”.

Certo é que, com ar de mais ou menos frescura, ali estavam os “trabalhadores”, de pé, com exemplar empenho na vivência deste indispensável encontro com Cristo no Seu dom por excelência, a consolidar também os seus laços de fraternidade com os irmãos.

Interpelou-me esta fidelidade. Não resisti a fazer-lhe alusão, como exemplo de quem entende o que é a verdadeira liberdade que Jesus Cristo nos conquistou: escolher o que nos edifica, que nem sempre é o que nos “sabe bem”.

Ali: de pé! Valentes!

Q.S.