Olho de Lince Estávamos a aproximar-nos da parte central da Oração Eucarística. Duas pequenitas iniciaram o caminho para a casa de banho. Mas tinham de passar diante do Altar. Foi um cómico significativo o que se verificou: a mais velhita tudo fazia para que a mais pequenina fizesse uma inclinação profunda. Certamente não percebendo o porquê nem o modo de fazer, saiu o tal caricato. Mas a preocupação da mais velha é assinalável!

No regresso, foi uma delícia: a mais pequena fez a travessia toda curvada, revelando a mesma incompreensão, mas a vontade de fazer bem. A outra, esperou pacientemen-te que se desenrolasse o momento da Consagração. Depois, com toda a unção, atravessou serenamente a nave central, detendo-se mesmo ao meio, para fazer uma profunda e perfeita inclinação de cabeça.

Edificam-nos certos comportamentos infantis, que deixam muitos adultos a pensar no que deveriam fazer e não fazem. “De pequenino se torce o pepino” continua a ser verdade. E também na Catequese.

Q.S