A Fonte dos Amores

GASPAR ALBINO Artista plástico
GASPAR ALBINO
Artista plástico

Muitas vezes pensei denominar por FONTE DOS MEUS AMORES esta série de “bolores” que tenho vindo a publicar e que não são mais do que escritos sobre coisas, pessoas e factos que se foram cruzando com a minha vida.
Eu explico: com efeito, foi ali, no sítio onde já lá não está, que eu passei parte da minha meninice e da minha adolescência; exactamente na Fonte dos Amores, no lado esquerdo do princípio da Rua de Ílhavo, actualmente Rua do doutor Mário Sacramento. Uma pequena fonte que, hoje, se esconde no final da Avenida de Araújo e Silva, quase que envergonhada do seu passado, no começo de um caminho, verdadeiro esconso mal amanhado, que dá acesso às traseiras de uma série de vivendas que dão frente para a rua das Pombas. Essa fonte envergonhada que hoje lá está escondida é o resquício da que presidia ao largo verdejante onde ela, a fonte, foi rainha, não só do espaço a que dava o nome, mas de todos nós, os seus frequentadores.

Leia o artigo completo na edição em papel do dia 02 de abril de 2014