AMRia aprovou Plano de Actividades Nas Grandes Opções do Plano para 2008, a AMRia – Associação dos Municípios da Ria pretende “gerir os compromissos assumidos” e preparar “os novos desafios” em “íntima relação com a GAMA” (Grande Área Metropolitana de Aveiro), com a perspectiva prioritária de procurar e aproveitar oportunidades de desenvolvimento na região da Ria de Aveiro.
Por isso, as acções prioritárias têm a ver com a “aprovação final e a entrada em vigor do Plano «Unir @Ria»”, a “implementação de um modelo de gestão integrada da Ria de Aveiro” e a “utilização dos Fundos Comunitários do QREN 2007 / 2013”.
Durante o mês de Fevereiro, a AMRia irá recolher os pareceres das Assembleias Municipais, de modo a que o Plano Intermunicipal de Ordenamento da Ria de Aveiro possa ser aprovado pela Assembleia Intermunicipal da AMRia no próximo mês de Março ou em Abril.
O presidente da AMRia realça que a associação continuará a “acompanhar em regime de «alta pressão sobre o Governo», o processo de implementação do novo modelo de gestão da Ria de Aveiro, exigindo que a aplicação de uma intervenção devidamente capaz em termos políticos e legais, de «tipo Polis», seja activada com urgência, aproveitando o Plano «Unir@Ria» e iniciando a intervenção na Ria de Aveiro pela obra mais prioritária: a intervenção de controlo do volume de água da Ria (entrada e saída na barra), procedendo-se ao desassoreamento da Ria e à protecção das margens com acentuados processos de erosão”.
A AMRia, em parceria com a AIDA – Associação Industrial do Distrito de Aveiro e a Universidade de Aveiro, irá prosseguir com o desenvolvimento do projecto de concretização de uma Zona Industrial de Nova Geração na região.
Prosseguir com o projecto “Agir para Ligar”, com o Programa “Aveiro Digital” e com a formação profissional dos funcionários das autarquias associadas, são outros objectivos inscritos no plano de actividades, tal como acompanhar activamente a elaboração do Plano Regional de Ordenamento do Território do Centro (PROT-C).
A AMRia pretende ainda conseguir a harmonização das políticas de preços, taxas e tarifas, nas áreas da água, saneamento básico e resíduos sólidos urbanos, “visando a necessária sustentabilidade ambiental e financeira dos sistemas e redes ambientais”, acção a desenvolver com a GAMA.
No entanto, e como realça Ribau Esteves, continua “suspensa a perspectiva de desactivar a AMRia no seguimento da criação da GAMA, como foi assumido com toda a objectividade no Plano de Actividades de 2005, de 2006 e de 2007, em consequência da indefinição sobre a nova legislação do associativismo municipal, que continua à espera de publicação”.
C.F.
