
D. António Moiteiro referiu na homilia dois bispos que o inspiram: D. João de Oliveira Matos (1879-1962), antigo bispo auxiliar da Diocese da Guarda, e Bartolomeu dos Mártires (1514-1590). “Não queria terminar sem referir o exemplo de alguém que tem estado muito presente na minha vida: o Servo de Deus D. João de Oliveira Matos. As suas palavras são para mim um programa de vida que desejo realizar com todos vós: «Aquele que ama a Cristo tem de amar o próximo. Se não amar o próximo, não ama a Cristo. Se não reformarmos a nossa vida, se não formos de Cristo inteiramente, pela Fé, pela obediência e pelo amor, não chegamos a realizar o ideal de Cristo… É preciso que Jesus reine»”, afirmou. Reportando-se ao arcebispo de Braga, dos tempos do concílio de Trento, disse: “Imitando o Santo Arcebispo Beato Bartolomeu dos Mártires, nos 500 anos do seu nascimento, invoco, para todos e cada um de nós, a proteção de Nossa Senhora e de Santa Joana Princesa, padroeira da Diocese”.
