No final da homilia, D. António Moiteiro manifestou fidelidade ao Papa Francisco e agradeceu “a presença de tantos amigos”, bispos, padres, leigos, de Braga e da Guarda, no início do seu ministério em Aveiro. Da Diocese da Guarda viajaram para Aveiro vários autocarros de fiéis.
D. António Moiteiro quis referir explicitamente alguns “irmãos no episcopado” : “O Senhor Núncio Apostólico, enquanto sinal visível da comunhão com o Sucessor de Pedro; o Senhor Arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga, com quem aprendi a dar os primeiros passos no ministério episcopal; o anterior bispo de Aveiro, D. António Francisco dos Santos, pela amizade que sempre me manifestou e cujos passos desejo seguir. Bem hajais pela vossa presença e comunhão”.
Saindo do texto da homilia, o prelado partilhou dois episódios que o ligam a anteriores bispos de Aveiro. Quando foi ordenado diácono, ouviu um conselho de D. Manuel de Almeida Trindade: “Que seja fiel àquilo que Deus lhe pedir”. D. Manuel estava na Guarda para comemorar os 25 anos de ordenação presbiteral de D. António dos Santos. Por outro lado, quem pregou o seu retiro espiritual para a ordenação de padre foi D. António Marcelino.
D. António Moiteiro agradeceu a D. António Felício, atual Bispo da Guarda, e também a D. António dos Santos, emérito, presente na celebração. Natural da freguesia de Santo António de Vagos, D. António dos Santos foi bispo da Guarda nos primeiros 25 anos de ministério do P.e Moiteiro.
