“D. António Manuel Moiteiro Ramos começou logo a cativar-nos e a demonstrar que, numa total vontade de servir, deseja ser efetivamente o humilde portador de Deus e apóstolo da sua bondade”, afirmou monsenhor João Gonçalves Gaspar, no início da celebração. Aquele que foi administrador diocesano até à chegada do novo bispo sintetizou em poucas linhas a ação pastoral dos oito bispos que a diocese já teve. “O nosso novo bispo irá prosseguir, com o seu jeito peculiar e com o seu carisma pessoal, o labor organizativo e solícito de D. António Freire Gameiro de Sousa (1774-1799), a preocupação doutrinal e caritativa de D. António José Cordeiro (1801-1813), a abnegação generosa e ilimitada de D. Manuel Pacheco de Resende (1815-1837), o trabalho estruturante e aglutinador de D. João Evangelista de Lima Vidal (1938-1958), a vitalidade entusiasmante e apostólica de D. Domingos da Apresentação Fernandes (1958-1962), a ação serena e prudente de D. Manuel de Almeida Trindade (1962-1988), o dinamismo profético e constante de D. António Baltasar Marcelino (1988-2006) e a proximidade bondosa e dialogante de D. António Francisco dos Santos (2006-2014)”, afirmou.
Monsenhor João Gaspar, entretanto confirmado como vigário geral, garantiu que o novo bispo pode contar com a colaboração dos diocesanos no seu ministério pastoral. “Nós, sacerdotes, diáconos, religiosos, religiosas e leigos, cada um a seu modo, também nos sentimos comprometidos nesta obra que decerto nos ultrapassa, porque é obra de Deus; e pode crer que sempre o teremos presente na nossa oração”, disse.
