Como se viu nos artigos anteriores, a economia e a sociedade são verdadeiras promotoras de desemprego. As respetivas taxas são muito altas; e, embora possam descer, nada nos garante que, depois, não voltem a subir. Com realismo, pode afirmar-se que não existem perspetivas de superação desta calamidade social; nem os partidos políticos nem as organizações sindicais e empresariais nem os cientistas sociais nem outras entidades responsáveis têm apresentado propostas minimamente adequadas.
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