Dias Positivos Quem ouve conferências e palestras com frequência, como é próprio dos jornalistas (pelo menos dos que não se limitam às perguntas antes da sessão ter início ou às frases-chave dos primeiros minutos), ouve também muitas histórias e casos de que não faz uso, ou porque não vêm a propósito da notícia que escreve, ou porque o espaço não dá para tudo…
Repesco hoje dois desses pequenos episódios, relatados pelo Pe Feytor Pinto, há três semanas, no Encontro das Famílias.
Contou o pároco de Campo Grande que, um dia, perplexo por um dos seus sobrinhos-netos ter mordido outra criança no jardim-de-infância, lhe pediu: “Não volte a morder um colega, está bem?” A resposta que obteve: “E quanto é que me pagas?” Feytor Pinto usou o caso para ilustrar como os “critérios do mundo” entram nas famílias cristãs, nos seus elementos de mais tenra idade.
Outro caso. Uma criança, no final de uma celebração, disse-lhe: “És um palhaço!” Antes de tomar a exclamação por insulto, o sacerdote perguntou-lhe porquê. A criança explicou que gostava de ir às missas dele, que não eram “uma seca”, que ele e ela se riam e cantavam… Afinal não era um insulto. Era um elogio.
J.P.F.
