Reabriu ontem ao público

Mercado Manuel Firmino Talhos e peixarias ainda funcionam mais um mês no pavilhão do antigo parque de feiras.

O novo Mercado Manuel Firmino abriu ontem ao público, sem qualquer cerimónia de inauguração, após cerca de três anos em que esteve encerrado para obras, cujo projecto foi da responsabilidade do arquitecto Tércio Guimarães.

De acordo com o vice-presidente da Câmara Municipal de Aveiro, Carlos Santos, neste momento mais de 80% do Mercado está concessionado, com uma diversificada oferta de produtos alimentares e ainda uma vasta variedade de outros produtos, incluindo artesanato, bijutaria, flores, snack-bar e vestuário. No entanto, os talhos e as duas peixarias deverão abrir dentro de trinta dias, tempo necessário para a empresa que está a fazer as obras específicas para este tipo de estabelecimentos terminar os trabalhos em curso e serem realizadas as respectivas vistorias. Enquanto decorrem as obras, os talhos e peixarias continuam a laborar no pavilhão octogonal do antigo parque de feiras.

Até à conclusão de todas as obras ainda em curso, o horário de funcionamento do mercado será entre as 7 e as 14 horas, de segunda a sexta-feira, e das 6 às 16 horas, aos sábados.

Inicialmente, estavam previstas somente obras de remodelação e de construção de um parque de estacionamento subterrâneo. No entanto, como as estruturas do antigo edifício não davam garantias, a solução passou pela sua demolição e pela construção de raiz de um novo imóvel, com uma imagem exterior parecida, em muitos aspectos, ao imóvel do antigo mercado.

O actual Mercado Manuel Firmino tem 56 bancas (essencialmente para venda de frutas e legumes), das quais, 12 são em formato de canto e as restantes em linha recta. Há ainda 19 quiosques (para venda de produtos como pão, pastelaria, queijos, lacticínios, charcutaria, café, flores, entre outros) e 24 lojas (incluindo oito talhos, duas peixarias e catorze lojas para venda diversificada)

Para além do estacionamento subterrâneo, a outra grande alteração na estrutura do imóvel do mercado é a existência de um piso superior, onde se situa o restaurante e uma esplanada.

Praça do Peixe pode fechar

Devido às deficientes condições sanitárias do Mercado José Estêvão (Praça do Peixe), a Câmara Municipal está a avaliar a transferência das 12 vendedoras para o Mercado de Santiago, onde estão disponíveis 20 postos de venda.

A Praça do Peixe reabriu em 2005, após uma remodelação de 1,5 milhões de euros.