Última Coluna Leigos europeus fiéis à doutrina cristã e crentes na influência da mensagem de Fraternidade e de Paz, pelo Amor, pela Justiça, pela Verdade e pelo Perdão que o cristianismo transmite aos homens, elevam a sua voz contra a ausência de qualquer referência à Boa Nova de Jesus Cristo no projecto de preâmbulo do futuro tratado constitucional da UE.
Em manifesto dirigido a todos os fiéis de várias Igrejas, cidadãos europeus, que seguem o que caracteriza a cultura cristã de vinte séculos no velho continente, procedem à recolha de assinaturas de eleitores que assumem este ideal, no sentido de ser presente a “Petição DEUS e a Europa” aos mais altos representantes da UE.
Os primeiros subscritores — J.P. Ramos Ascensão, docente universitário, e J.J. Galvão, médico — defendem a verdade evangélica de “A Deus o que é de Deus e a César o que é de César”, enquanto recordam o que o Papa João Paulo II disse, no Parlamento Italiano, a 14 de Novembro de 2002: “se se quer dar uma estabilidade durável à nova unidade europeia, é necessário empenharmo-nos para que esta unidade assente sobre os fundamentos éticos que estiveram na sua base, dando, ao mesmo tempo, espaço à riqueza e à diversidade de culturas e tradições que caracterizam cada nação singular. Quero, também, nesta nobre Assembleia, renovar o apelo que nestes últimos anos fiz aos vários Povos do Continente: ‘Europa, no início de um novo milénio, abre mais uma vez as tuas portas a Cristo!’”
Os responsáveis por este manifesto contam apresentar, na primeira semana de Dezembro, à Presidência Italiana da União, um milhão de assinaturas, associando-se aos 11 Governos que já se declararam favoráveis à alteração do referido preâmbulo.
F.M.
