Olho de Lince O olho de lince, desta vez, pousou sobre a televisão. Estranho, não é?… É que procurar, aí, coisas positivas afigura-se a árdua tarefa de encontrar a agulha no palheiro.
Tratava-se de salvar uma criança inocente e a “culpada” mãe inocente. Em situações limite, há quem desista e há quem persista! Estando em causa salvar a vida humana, é necessário persistir; tratando-se de recuperar a saúde psíquica, é razão para não desistir.
Bem sei que é filme. Mas, felizmente, há muitas situações reais idênticas: muitos médicos que não abdicam de tentar, com esperança, até ao último momento; muitas equipas cirúrgicas que vivem a luta pela vida como um autêntico sacerdócio… E resultou! Como resulta muitas vezes! Quantas não serão as pessoas que continuam os seus dias neste mundo, porque caíram em boas mãos!
Veio a encerrar o filme a gratidão de quem foi estimulado por esta persistência. Graças ao entusiasmo de uns, também outros se treinam no combate pela vida. E reconhecem que a insistência, em momentos de dúvida, é o caminho para vencer! Bem hajam quantos amam a vida! Bem hajam quantos promovem a vida!
Q.S.
