Refugiados: a exigência da fraternidade
CONFERÊNCIA EPISCOPAL PORTUGUESA Nota da Comissão Episcopal da Pastoral Social e Mobilidade Humana Temos todos, conhecimento dos numerosos grupos de pessoas que tentaram atravessar o Mediterrâneo nos últimos tempos (mais de 300 mil desde Janeiro); muitas morreram...
A fé cristã faz nascer um novo povo
É desta consciência que, hoje, o nosso mundo necessita. Chega de muros de cimento armado e de mentalidades que se isolam e se fecham ao exterior! Basta de cimeiras para descortinar formas de impedir que os povos da fome se aproximem da nossa casa, apenas para apanharem as migalhas que caem da nossa mesa! Não mais o travar caminho aos que fogem à carnificina horrorosa e bárbara dos que matam em nome de uma fé! Deixe-se de invocar falta de recursos por parte da União Europeia – ela que até os esbanja em acções não muito éticas – para se continuar a fazer do Mediterrâneo a «vala comum» onde se sepultam os transportados nas obsoletas «carretas funerárias»! Considere-se a xenofobia e o racismo como crimes contra Deus e contra a humanidade! Arranjem-se formas de vedar definitivamente a possibilidade de se viver à base do sangue sugado ao trabalhador escravizado, como tantas vezes as notícias nos referem!
«Amarás o estrangeiro, porque também tu foste estrangeiro na terra do Egipto» (Dt 10, 19)
Esta hospitalidade, expressão do amor preocupado com quem sofre ou é portador de especial carência, aparece-nos magistralmente exemplificado na parábola do bom samaritano, escutada no Evangelho. O Senhor Jesus não faz discursos teóricos, mas refere a vida quotidiana, tão cheia de surpresas e de sobressaltos, porque a história do homem concreto é o «lugar» onde se acolhe ou recusa o reino de Deus. Por isso, a parábola «faz pensar», provoca, importuna a nossa consciência muitas vezes adormecida.
JÁ NÃO ESCRAVOS, MAS IRMÃOS
MENSAGEM DO SANTO PADRE FRANCISCO PARA A CELEBRAÇÃO DO XLVIII DIA MUNDIAL DA PAZ 1º DE JANEIRO DE 2015 1. No início dum novo ano, que acolhemos como uma graça e um dom de Deus para a humanidade, desejo dirigir, a cada homem e mulher, bem como a todos os povos e nações...
Igreja sem Fonteiras: Mãe de todos
Igreja sem fronteiras, mãe de todos
(Mensagem para o Dia Mundial do Migrante e do Refugiado – 18 de janeiro de 2015)
A Igreja sem fronteiras, mãe de todos, propaga no mundo a cultura do acolhimento e da solidariedade, segundo a qual ninguém deve ser considerado inútil, intruso ou descartável. A comunidade cristã, se viver efetivamente a sua maternidade, nutre, guia e aponta o caminho, acompanha com paciência, solidariza-se com a oração e as obras de misericórdia.
Migrações: Francisco apela a ação concertada contra tráfico de pessoas e escravatura
«Igreja sem fronteiras, mãe de todos» é o tema escolhido pelo Papa para o próximo Dia Mundial do Migrante e Refugiado
Portugal não pode esquecer …
Homilia na Eucaristia da Peregrinação Aniversária de 13 de agosto ao Santuário de Fátima
Homília: Como peregrino com alma de emigrante para rezar convosco e por vós!
Homilia na Eucaristia da Vigília na Peregrinação Aniversária de agosto ao Santuário de Fátima
Jornada de Solidariedade para com a Pastoral da Mobilidade Humana
17 de Agosto – XX Domingo do Tempo Comum
Eucaristia pelos Migrantes
Migrações Rumo a mundo melhor
42ª Semana Nacional de Migrações
10 a 17 de Agosto de 2014




