Concerto da Orquestra XXI em Oliveira do Bairro

Orquestra XXI na Casa da Música, no Porto. Foto: DR

Orquestra é constituída por jovens músicos portugueses residentes no estrangeiro, alguns deles integrando as melhores orquestras do mundo.

 

No próximo domingo, pelas 17h30, o Quartel das Artes Dr. Alípio Sol, em Oliveira do Bairro, será palco do primeiro concerto da quinta digressão nacional da Orquestra XXI, espetáculo promovido pelo Círculo de Cultura Musical da Bairrada.
Criada em 2013, a Orquestra XXI é um projeto que reúne jovens músicos portugueses residentes no estrangeiro, que visa fortalecer a ligação entre esses jovens músicos e o seu país de origem, bem como promover a realização de concertos junto de públicos diversificados
Entre os componentes da Orquestra XXI está Joana Ly, violinista com raízes no concelho de Oliveira do Bairro, a residir em Londres desde 2010, onde conclui o mestrado e continua a estudar com Radu Blidar como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian. A Orquestra XXI é constituída por músicos portugueses residentes em cidades como Londres, Paris, Berlim, Zurique, S. Petersburgo, Madrid e Amesterdão, onde alguns desenvolvem a sua atividade profissional em organismos como a Orquestra Sinfónica de Londres, Orquestra Nacional de França, Filarmónica de Dresden e Ópera de Zurique, ou estudando em escolas como a Hoschule für Musik Hanns Eisler, Zürcher Hoschule der Künste, Royal Academy of Music ou o Conservatório Estatal N. A. Rimsky-Korsakov. A Orquestra XXI “em que todos se entendem em português”, apresenta uma média de três programas por ano, em salas privilegiadas dos grandes centros urbanos e em localidades com atividade cultural menos regular. Entre o final de agosto e o início de setembro, a Orquestra XXI irá percorrer o país de Norte a Sul, na digressão que irá reunir em palco o maior número de músicos desde a sua criação.
Desde a sua estreia, em setembro de 2013, a orquestra tem-se apresentado em palcos como a Fundação Calouste Gulbenkian, a Casa da Música e o Centro Cultural de Belém, mas também em locais improváveis, como os mosteiros de Tibães e da Batalha, conquistando o público português e a crítica especializada.