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Imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima na Diocese de Versailles

Imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima na Diocese de Versailles

Foi no âmbito do Centenário das Aparições que a imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima foi acolhida por uma dezena de Comunidades portuguesas da diocese de Versailles (78), durante 10 dias. Os momentos mais fortes foram marcados pela celebração inicial na Catedral Saint Louis de Versailles, para terminar na Paróquia de Mantes-la-Jolie, no domingo 2 de abril. Foi juntamente com a Capelania nacional portuguesa e a Pastoral de migrantes da Diocese de Versailles, que o Padre Carlos Caetano trouxe a imagem peregrina até à região parisiense. “Reuni-me com o Conselho das Comunidades Portugueses da Diocese de Versailles onde está representada uma forte Comunidade, convidámos várias Paróquias e depois tentámos privilegiar as Comunidades portuguesas mais estruturadas para levar a Santa”. Há mais de um ano que o Padre Caetano estava a trabalhar neste projeto. “Penso que há uns anos atrás a imagem ficou no Santuário de Fátima em Paris, mas não me recordo bem. Acho que mais nenhuma Diocese organizou algo semelhante”, adiantou ao Luso Jornal. Foi o próprio padre que se encarregou de ir buscar a imagem ao Santuário de Fátima em Portugal e que a trouxe no avião. Segundo o reitor há 13 imagens peregrinas que viajam em permanência. “Nunca param! Já viajaram pelos 5 continentes a convite das várias Dioceses, apenas param uns dias em Portugal quando necessitam uma pequena restauração”. A imagem seguiu de Saint Germain-en-Laye para Noisy-le-Roi, Chevreuse, Poissy,Bois d’Arcy, Versailles, Houilles, Carrières-sur-Seine e finalmente Mantes-la-Jolie. A alegria dos presentes foi imensa e todos se congratularam com a iniciativa. “Tivemos muitos comentários positivos que demonstravam claramente a felicidade dos fiéis por terem a imagem peregrina connosco aqui em França. Os ecos foram mesmo muito encorajantes e de ver que toda a energia investida resulta numa alegria e gratidão tão grandes, é de facto muito gratificante”. De acordo com o Padre português, o evento não era apenas dirigido aos Portugueses, mas também à Diocese, “criando laços com os fiéis franceses, para colaborar, dialogar e partilhar a mensagem de Nossa Senhora de Fátima”. Muitos Franceses presenciaram assim à devoção e ao carinho dos Portugueses pela Santa e perceberam melhor o seu significado. “Acredito que também alguns Portugueses redescobriram a mensagem de Nossa Senhora de Fátima”, sublinhou. Quando Nossa Senhora de Fátima apareceu em 1917 aos três Pastorinhos, Lúcia, Francisco e Jacinta, acredita-se que deixou uma importante mensagem, que deveria ser repassada pelas crianças a todos. Na época, o nazismo e o comunismo ameaçavam o mundo, e o significado da mensagem era relacionada ao que acontecia, entretanto, ainda nos dias de hoje as suas previsões não perderam a importância. A carta que ficou conhecida como o terceiro segredo de Fátima revela a importância da penitência, não só de todos, mas também das três crianças, que seguiram exatamente o que Nossa Senhora havia pedido. Nossa Senhora pediu insistentemente que os três Pastorinhos rezassem o Santo Rosário pela salvação das almas da condenação eterna no Inferno. Deviam ainda rezar o Terço mariano pelos próprios pecados. Em resumo, a mensagem de Nossa Senhora de Fátima teve grande importância. Cem anos depois, as penitências e sacrifícios são vistos como soluções contra a busca pelo dinheiro, pelo poder e ganância. A mensagem da Virgem Maria consiste ainda na transformação dos corações para vencer o mal.

Clara Teixeira

In luso Jornal, 19 de abril de 2017

Nota de falecimento

Nota de falecimento

A Missão Católica de Língua Portuguesa no Luxemburgo anuncia com tristeza, mas na esperança cristã, a morte do rev. P. Belmiro Narino Figueira (1930-2017) ocorrida esta madrugada na Clínica d’Eich, na cidade do Luxemburgo.

  1. Belmiro nasceu no Fundão em 27/11/1930.

Foi ordenado sacerdote em 02/08/1953 para a diocese da Guarda.

Nomeado em 1977 chegou ao Luxemburgo em 1978 para ser missionário dos migrantes portugueses e lusófonos. Desenvolveu o seu ministério não só com uma atenção especial às comunidades católicas, seu caminho de fé e participação consciente na vida da diocese, como também numa relação muito estreita e criativa a nível da vida associativa, cultural e social.

Com outros colaboradores esteve na origem das actuais estruturas da Missão Católica de Língua Portuguesa no país que celebrou recentemente as Bodas de Ouro de presença no Grão-Ducado.

Colaborou no Jornal Contacto, Rádio Latina e Escola Europeia, entre outros.

Foi fundador do Agrupamento de Escuteiros de S. Afonso, Rancho Folclórico e Santa Casa da Misericórdia (1996), entre outros projectos sociais e culturais em que se empenhou.

Quinta-feira, 12 de Janeiro

No cemitério de Merl – O corpo do rev. P. Belmiro em câmara ardente das 8h às 16h.

Na igreja de Bonnevoie, na cidade do Luxemburgo

– Câmara ardente a partir das 17h até às 19h.

– 19h : Celebração da Missa de Corpo presente, animada pelo grupo coral da comunidade.

O corpo do rev. P. Belmiro seguirá para Portugal para a sepultura na aldeia natal, Souto da Casa.

A Missão solicita que as pessoas que pretendem oferecer flores convertam seus donativos em gesto solidário para a Associação sem fins lucrativos por ele fundada:

 

Santa Casa da Misericórdia do Luxemburgo, Asbl.

( Banque et Caisse d’Épargne (BCEELULL) LU82 0019 4255 8673 5000)

Luxembourg Ville, 11.01.2017

Missão Católica de Língua Portuguesa no Luxemburgo

Luxembourg Ville, Esch-sur-Alzette, Schieren e Hosingen

Encontro das Missões Católicas de Língua Portuguesa da Europa

  • “Misericórdia e Alegria do Amor na Família”

De 24 a 28 de Outubro vai decorrer em Bad Staffelstein/Bamberg (Alemanha), o encontro anual das Missões Católicas de Língua Portuguesa da Europa.

Um evento organizado pela delegação dos Missionários da Alemanha, com apoio da Obra Católica Portuguesa de Migrações (OCPM) dos bispos portugueses, integrado no Jubileu da Misericórdia.

“Bergoglio: Do Eu solitário ao Nós solidário”; “Misericórdia: Para fazer das tripas… coração”; “A Alegria do Amor: Família de famílias e a exortação possível na revolução em marcha” e “Religião e Política: Equívocos no tempo mediático” são os temas das conferências.

Frei Fernando Ventura, biblista, e o jornalista Joaquim Franco (SIC) serão os animadores deste Encontro Europeu

O encontro acontecerá sob a presidência do bispo responsável pela pastoral das Migrações da CEP, D. António Vitalino e a diretora nacional da OCPM, Eugénia Quaresma.

As Missões Católicas Lusófonas na Europa são animadas por sacerdotes, religiosas e leigos provenientes de várias igrejas: de língua portuguesa (sobretudo, de Portugal e Brasil), mas também de outras línguas.

Representam as comunidades portuguesas, cabo-verdiana, guineense e brasileira do Luxemburgo: P. Sérgio Mendes, Ir. Perpétua Coelho e P. Rui Pedro.

 

“Hoje em dia os emigrantes precisam de proximidade”

“Hoje em dia os emigrantes precisam de proximidade”

D. António Vitalino Dantas, Bispo de Beja, completa em Novembro próximo 75 anos. “já ando nisto há muito tempo”, refere depois de ter começado há 20 anos na Comissão do Ecumenismo, passando depois para Comissão encarregue da Comunicação Social. Atualmente é na Comissão Episcopal da Mobilidade Humana onde, depois de suceder a D. Januário se mantém há alguns anos. Foi com muita simpatia e amabilidade que recebeu o jornal “Mundo Português” na Casa Episcopal da sua diocese em Beja e proporcionou esta entrevista em que demonstra um amplo conhecimento e experiência de vida adquiridos em plena vivência junto das Comunidades Portugueses residentes no estrangeiro e uma visão muito atual acerca dos novos fluxos de emigração e das tendências que ocorrem na sociedade de informação em que vivemos.

Os portugueses no estrangeiro continuam a precisar de ler notícias de Portugal?
Hoje em dia os emigrantes precisam de proximidade. Claro que há hoje outros meios que não havia antigamente. Eu tinha que ir às empresas e falar com os chefes do pessoal e com os emigrantes para ver quais os problemas que tinham, ia à segurança social, à polícia dos estrangeiros ou aos tribunais. Isso punha-me muito a par daquilo que acontecia e escrevíamos sobre isso. Eram temas muito queridos dos emigrantes. Depois a situação mudou e os jornais também tiveram que mudar. Hoje os emigrantes têm todo o dia a televisão portuguesa ligada. Seja na América, seja na Alemanha, seja onde for e podem até saber mais notícias de Portugal que nós, isto se a televisão comunicar. Esta é a ideia que eu tenho da altura, porque mais tarde não acompanhei tanto o evoluir dos tempos. Mas quando vou às Comunidades de Portugueses vejo que hoje reparam mais para os mass media do que leem.

(…) Muitos pais querem que as crianças frequentem a catequese paroquial por causa de aprender a língua portuguesa, não é por causa da fé. É para saberem falar com os avós quando vêm a Portugal nas férias (…)

O D. António é um Bispo muito atento às novas tecnologias e meios de informação?
Eu dedico quase metade do meu tempo de secretaria e é muito, muitas vezes até à uma da manhã, a responder a e-mails quer seja ao nível da Igreja, quer dos emigrantes, seja o que for. E normalmente escrevo mensagens muito completas, normalmente procuro ser original para cada um. É um problema pessoal que cada um põe e é a isso que lhe respondo.

E costuma ler jornais em que formato?
Hoje quase só leio digital, papel já quase não uso. Até a correspondência é digital, imprimo apenas para fins de arquivamento. O único jornal em papel que eu leio é um jornal católico alemão que fazem o favor de me enviar de lá todos os dias. É para mim uma forma de eu continuar a par daquilo que se passa na igreja alemã.

(…) Esta geração já não recorre tanto á Igreja como a geração anterior. Antigamente muitos emigravam, saiam das suas aldeias e viam nas paróquias as suas referências, depois as famílias envolviam-se muito nas missões que ajudavam a encontrar contratos de trabalho para a esposa, para os filhos, ajudavam a juntar as famílias, a conseguir o próprio abono de família, ajudei muitas pessoas (…)

Qual a sua opinião acerca do ensino de Língua Portuguesa no estrangeiro?
Muitos pais querem que as crianças frequentem a catequese paroquial por causa de aprender a língua portuguesa, não é por causa da fé. É para saberem falar com os avós quando vêm a Portugal nas férias.
Hoje em dia, as maiores catequeses de Portugal estão no estrangeiro. Na missa em Genebra, por exemplo, tem cerca de 2000 crianças na missão, todos os dias com catequese. Não há em Portugal nenhuma paróquia com 2000 crianças. O ano passado fui crismar a Zurique e nunca tinha tido uma igreja tão cheia, a maior igreja de Zurique que leva cerca de 3000 pessoas, com tantas pessoas de pé. Os portugueses, sobretudo esta emigração mais recente, que ainda não está muito inserida no meio, recorrem muito às missões.
Aqueles que são mais cultos, com cursos superiores vão menos à igreja, têm menos associativismo linguístico, digamos assim.

Por essa ordem de ideias, as novas vagas de emigrantes frequentam menos a igreja?
Esta geração já não recorre tanto á Igreja como a geração anterior. Antigamente muitos emigravam, saiam das suas aldeias e viam nas paróquias a suas referências, depois as famílias envolviam-se muito nas missões que ajudavam a encontrar contratos de trabalho para a esposa, para os filhos, ajudavam a juntar as famílias, a conseguir o próprio abono de família, ajudei muitas pessoas, até aos bancos. Mas nunca quis enfeudar-me a banco nenhum, sempre estive habituado ao mercado livre e nunca quis o apoio de nenhum banco.
Apesar de estar a aumentar, a emigração hoje em dia é completamente diferente do que há 50 anos. Ainda hoje tive que resolver uma situação de uma pessoa que reside no estrageiro e quer casar em Portugal mas não sabia como.
Quando não há missão, ou as pessoas não estão inseridas nas igrejas locais é difícil. Quando há uma missão por perto encaminhamos as pessoas para lá. Muitas vezes as pessoas emigram por motivos económicos e só quando precisam é que se lembram da igreja, depois são quase como desconhecidos no meio em que vivem.
Normalmente tentamos orientar as pessoas e caso seja necessário enviamos um e-mail para a paróquia local a indicar o contato da pessoa para facilitar as coisas.

Há falta de Padres de origem portuguesa para as missões portuguesas no estrangeiro?
Não há falta de padres, a igreja esta espalhada por toda a Europa, o que há em Portugal é uma crise de vocações e no centro da Europa ainda mais. Por vezes os Bispos escrevem-me a pedir um padre para a missão portuguesa, mas pedem também que fale a língua nativa para lhe poderem confiar uma paróquia. Por exemplo, a Alemanha ou a Suíça têm muitos padres vindos da Índia ou de África. Os Padres indianos são muito humildes e aprendem mais depressa, muitos falam inglês também como é sabido e acabam por ter mais facilidade em adaptar-se. Há muitos padres indianos na Alemanha, no princípio têm que aprender a língua alemã e depois acabam por se adaptar. É cada vez mais difícil enviar Padres portugueses.

(…) Não há falta de padres, a igreja está espalhada por toda a Europa, o que há em Portugal é uma crise de vocações e no centro da Europa ainda mais (…)

Qual a sua opinião da Campanha de prevenção rodoviária “CIRCULE PELA VIA DA DIREITA” promovida pelo “Mundo Português” com o apoio de, entre outras entidades, a Conferência Episcopal Portuguesa?
Na Alemanha, já em 1966, o Cardeal de Mainz que foi meu professor de Teologia, um homem muito famoso, era muito solicitado para conferências na altura, ia a caminho da Baviera, pela autoestrada, num domingo de manhã e circulava pela via da esquerda, mesmo depois de ter ultrapassado, mas manteve-se na via da esquerda quando, de repente, foi abordado por um helicóptero que, por cima dele, através de uns grandes altifalantes o advertiu: – sr. automobilista encoste-se à via da direita e pare no próximo parque por favor! E ele assim o fez.
No parque lá estava a polícia que o avisou de que teria que usar a via da direita sempre que a mesma estiver disponível. Ele contou-me isto, por isso como se vê é uma história que já tem muitos anos, isto aconteceu há mais de 40 anos.

Mundo Português – http://www.mundoportugues.pt/article/view/64299

 

Obrigado pela vossa presença… A Igreja de Cristo que se reúne em Luxemburgo precisa de vós.

Obrigado pela vossa presença… A Igreja de Cristo que se reúne em Luxemburgo precisa de vós.

Queridos irmãos e irmãs

Que alegria poder celebrar esta Missa que assinala o encerramento das festividades dos cinquenta (50) anos da Missão Católica Portuguesa.

As vossas manifestações de Fé, a vossa presença e as vossas tradições enriquecem o Luxemburgo.

E até o futebol…Eu fiquei muito satisfeito com a passagem de Portugal às meias-finais do Europeu de Futebol. E sabem porquê? Porque nós vivemos juntos, comemoramos juntos, temos a mesma Fé e pertencemos à Igreja de Cristo que se reúne no Luxemburgo.

Obrigado pela vossa presença no Luxemburgo.

Queridos irmãos e irmãs

No Evangelho de hoje, Jesus envia os seus discípulos, dois a dois, para anunciarem a alegria do Reino de Deus.

Muitos de vós tomaram a decisão de vir para o Luxemburgo à procura de um trabalho que garantisse um futuro melhor aos vossos filhos. Outros, talvez, vieram enviados por Deus, em missão, para poderem anunciar o seu Reino.

Quero dizer-vos que o mais importante é manter viva a Fé que sempre caracterizou o povo português. E o maior sinal da fé é o amor.

É muito simples: dar prioridade ao amor, em vez de a darmos ao dinheiro.

Manifestar a nossa Fé, como nos lembra o Papa Francisco, é simples: é viver o amor de Deus nas pequenas coisas, no seio da nossa família, viver juntos, em solidariedade com aqueles que têm menos do que nós.

Eu sei o quanto trabalham os portugueses, pai e mãe, para dar um futuro melhor aos filhos. Muito! Trabalham muito! E isso é bom, mas encerra um perigo muito grande…

Porque não é o dinheiro que vai dar sentido à vida dos vossos filhos, mas antes o amor…

O amor que todos põem nos sacrifícios. O amor é o mais importante.

Peço-vos que transmitam aos vosso filhos o sentido dos vossos sacrifícios, não para que caiam no materialismo, mas para que possam conservar o sentido da família que vós já herdastes dos vossos pais.

O amor à família que nos pequenos gestos da vida cristã não precisa de grandes palavras românticas.

O amor à família e aos filhos implica também o dever de dar uma formação religiosa às crianças. Sabem, com certeza, que as aulas de Religião, nas escolas, têm os dias contados. A catequese vai passar a ser feita exclusivamente nas nossas paróquias, e por isso peço-vos, de todo o coração: mandem os vossos filhos e netos à catequese.

Queridos irmãos e irmãs

A vossa vida vai estar sempre dividida entre o vosso país de origem, a vossa pátria, e o Luxemburgo, o país que vos acolheu. Há também os casos de filhos que optaram por escolher o Luxemburgo como pátria e que vão ser sempre portugueses no Luxemburgo e luxemburgueses em Portugal. (Isto, naturalmente, também se aplica às outras nações aqui presentes e que partilham a língua portuguesa). Peço-vos que aceiteis a decisão dos vossos filhos, ainda que algumas vezes vós tenhais sido vítimas de discriminação.

A Igreja não conhece a palavra “estrangeiros”. Estamos todos ao mesmo nível: somos irmãos e irmãs provenientes de muitos países, e com línguas diferentes.
No Luxemburgo, a Igreja e a vida cristã nem sempre são bem vistas, mas não tenham medo e dêem testemunho da vossa Fé. Partilhai a vossa Fé.

A Igreja de Cristo que se reúne em Luxemburgo precisa de vós.

Queridos amigos,

Hoje encerramos os festejos dos cinquenta anos da Missão Portuguesa, mas já estamos a preparar um grande acontecimento para a vida da nossa Igreja: a vinda da Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima ao Luxemburgo.

No próximo ano, como penso que já sabem, a Virgem de Fátima vem visitar as nossas paróquias e as nossas famílias.

Como tive a ocasião de dizer em Wiltz, na peregrinação de Maio, a presença da Imagem de Nossa Senhora de Fátima no Luxemburgo vai ajudar a valorizar as famílias que temos.

Comecemos desde já a preparar a visita da Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima, que será uma oportunidade para viver e experimentar a misericórdia de Deus através de Nossa Senhora.

Que ela possa ser acolhida com calor humano, alegria e grandes manifestações de fé.

Obrigado a todos, e que Deus vos abençoe.

D. Jean-Claude Hollerich

Arcebispo de Luxemburgo

Homilia 3 de Julho, Missa de encerramento do cinquentenário da Missão Católica Lusófona do Luxemburgo

50 ans de la Mission Portugaise – Voir les Photos :

 
 
Perspetivas para «um futuro melhor» em debate de 30 junho a 2 julho, em Munique

Perspetivas para «um futuro melhor» em debate de 30 junho a 2 julho, em Munique

A rede ‘Juntos pela Europa’ vai realizar um congresso, a 30 de junho e 1 de julho em Munique, na Alemanha, a que se segue uma manifestação pública e eventos em várias cidades.

Num comunicado enviado à Agência ECCLESIA, os membros da rede ecuménica ‘Juntos pela Europa’ informam que o congresso conta com três plenários e na manhã de 30 de junho analisam o tema “unidade e reconciliação”, entre as 09h30 e 13h00 (menos uma hora em Lisboa), no Zircus-Krone-Bau, Marsstrasse, em Munique, na Alemanha.

Depois, entre as 15h00 e as 17h30 locais, o programa prevê 19 fóruns onde “várias comunidades e movimentos” vão conduzir juntos um tema “à luz dos seus carismas” e também painéis onde os temas vão ser “discutidos conjuntamente com ‘profissionais’” e das 19h30 às 21h15 realiza-se Festa do ‘Juntos pela Europa’.

Na manhã seguinte, 1 de julho, debruçam-se sobre “os vários desafios” que encontram hoje na Europa – ‘Que respostas encontramos hoje na fé? Quais os contributos que podemos dar para um futuro melhor?’ – das 09h30 às 13h00.

Já as mesas-redondas, na parte da tarde, vão ser espaços de diálogo, promovidas por várias comunidades e movimentos contam a intervenção de “especialistas” das Igrejas, da vida política e social com diversos temas como: “Chamados a viver a economia como cristãos; Passos da reconciliação: Experiências sobre o ‘Ecumenismo da vida’; As esperanças e o empenho dos jovens; A que ponto estamos no caminho para a unidade dos cristãos?; O futuro da Europa está nas suas raízes”.

O evento internacional ‘Juntos pela Europa 2016’ inclui também uma manifestação, programada para a tarde de 2 de julho, que vai permitir que levem para a rua “a experiência e vivência dos dias anteriores”, antes realiza-se um momento de oração em comum, das 10h30 às 11h30 (menos uma hora em Lisboa), em várias igrejas da cidade de Munique.

Entre as 14:00 às 18:00h locais, em Karlsplatz (Stachus), a organização pretende realizar uma manifestação “de alegria, esperança, beleza, sabedoria, imaginação”.

O terceiro “plano distinto” da edição 2016 ‘Juntos pela Europa’ realiza-se nas cidades onde “juntos” a organização pretende que seja a “expressão das relações e colaboração no plano local”.

“Quanto maior o número de cidades onde seja vivido o ‘juntos’, mais visível será a extensão da rede e da sua força unificadora”, acrescenta o comunicado, convidando as cidades a realizar eventos locais a par do evento central em Munique.

brochura de ‘Munique 2016’ foi entregue ao Papa Francisco pelo padre Heinrich Walter do Movimento de Schoenstatt, a 03 de setembro 2015, que descreveu os primeiros passos do ‘Juntos pela Europa’ e “tudo o que Deus operou durante estes 15 anos”.

A inscrição para o congresso é feita “exclusivamente via internet”, na página internacional da rede ‘Juntos pela Europa’.

O sítio na internet – www.juntospelaeuropa.pt – explica que são cidadãs e cidadãos europeus, representantes de numerosos Movimentos e Comunidades, que “querem viver o Evangelho de Jesus Cristo” e a rede ecuménica é composta por cristãos, católicos, evangélicos, anglicanos, membros das Igrejas livres e ortodoxas, de muitos países e regiões da Europa.

http://www.agencia.ecclesia.pt/noticias/internacional/igrejasociedade-alemanha-recebe-encontro-dos-cristaos-juntos-pela-europa/