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Luxemburgo: Imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima vai visitar emigrantes portugueses

Luxemburgo: Imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima vai visitar emigrantes portugueses

Celebração de entrega decorre na Cova da Iria

Lisboa, 17 mai 2017 (Ecclesia) – A Obra Católica Portuguesa das Migrações convidou os emigrantes em férias ou ex-emigrantes do Luxemburgo a participar na Eucaristia da entrega da Imagem Peregrina de Fátima a uma representação luxemburguesa, este domingo, às 11h00, na Cova da Iria.

A Arquidiocese do Luxemburgo vai receber a visita da Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima durante um mês, a partir do dia 25 de maio.

Em nota enviada à Agência ECCLESIA, a Obra Católica Portuguesa das Migrações informa que a imagem peregrina vai ser entregue este domingo à Igreja Católica no Luxemburgo na Missa das 11h00, no Santuário de Fátima.

A Missão Católica Portuguesa no Luxemburgo, com mais de 50 anos, vai ser representada por três missionários – a irmã Perpétua Coelho, das Servas de Nossa Senhora de Fátima, o padre Ricardo Monteiro, lusodescendente, e a leiga Sara Ferreira – que vão receber a imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima.

A Missa no Recinto de Oração vai ser precedida pela recitação do Terço, na Capelinha das Aparições, a partir das 10h15, e termina com a procissão do adeus.

Em declarações à Agência ECCLESIA, o arcebispo do Grão-Ducado manifestou a satisfação pelo facto do início da peregrinação ser acompanhada por dois bispos portugueses e pelo presidente Marcelo Rebelo de Sousa.

“Estou muito feliz porque vamos ter connosco o bispo do Algarve [D. Manuel Quintas] e o bispo de Bragança [D. José Cordeiro], no Luxemburgo, e sobretudo o presidente da República [Portuguesa], que também estará lá”, disse D. Jean-Claude Hollerich.

O arcebispo realçou que o país vai viver um “grande momento” com a visita da Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima, de 25 de maio a 25 de junho.

A primeira visita da Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima ao Luxemburgo aconteceu há 70 anos e quando se comemora o Centenário das Aparições na Cova da Iria, os católicos no Luxemburgo assinalam o 50.º aniversário da edificação do santuário de Op Bassent, em Wiltz, onde vai começar a peregrinação na próxima semana.

PR/CB/OC

Açores: Bispo de Angra realça «relação muito forte» do povo açoriano com Fátima

Açores: Bispo de Angra realça «relação muito forte» do povo açoriano com Fátima

Algo que é «ainda mais visível na diáspora», diz D. João Lavrador

Fátima, 12 mai 2017 (Ecclesia) – O bispo de Angra enalteceu hoje a devoção que o povo açoriano na diáspora demonstra por Nossa Senhora de Fátima, levando a mensagem mariana a outros ambientes, “sem qualquer preconceito”.

Em entrevista à Agência ECCLESIA, D. João Lavrador salientou que “a relação que o povo açoriano tem com Nossa Senhora”, já de si muito forte “a partir das ilhas dos Açores”, fica “ainda mais sensível e visível” uma vez “na diáspora”.

O prelado já esteve recentemente em várias paróquias e comunidades açorianas nos Estados Unidos da América, nomeadamente na Califórnia, e estará em breve na região de Providence.

E o que constatou é que o açoriano “leva sempre Nossa Senhora de Fátima no seu coração e depois a torna presente, sem qualquer preconceito, nas comunidades onde realmente se localiza e aonde faz a sua vida”.

Para a vinda do Papa Francisco e a comemoração do Centenário de Fátima, nos dias 12 e 13 de maio, vieram até à Cova da Iria centenas de açorianos.

Muitos vão também acompanhar ao longe, este sábado, a cerimónia de canonização de Francisco e Jacinta Marto, dois dos videntes de Fátima, que assim vão tornar-se dois novos santos da Igreja Católica.

D. João Lavrador não esquece aqueles que não puderam estar aqui a acompanhar as celebrações mas que estão próximos em espírito e na oração com o Papa e todas as comunidades católicas presentes na Cova da Iria.

“A maioria do povo açoriano está na diáspora e merece da nossa parte o mesmo carinho, a mesma atenção e também as mesmas bênçãos de Deus que aqueles que estão no território açoriano”, frisa aquele responsável.

PR/JCP

Nada acontece fora do céu sem a delicadeza de todos os detalhes

Nada acontece fora do céu sem a delicadeza de todos os detalhes

À medida que nos aproximamos do centenário das aparições de Nossa Senhora de Fátima, um aspecto que geralmente passa despercebido é a sua subtil conexão com o Islã. A Santíssima Virgem Maria apareceu aos três pastorinhos perto da cidade de Fátima, em Portugal, um lugar cujo nome homenageia tanto uma princesa muçulmana quanto a filha de Maomé.

Durante o século XII, exércitos cristãos tomaram cidades da Espanha e Portugal, que tinham sido ocupadas por forças muçulmanas. Neste período, um cavaleiro chamado Gonzalo Hermigues e seus companheiros capturaram uma princesa muçulmana chamada Fátima.

Algumas histórias dizem que, depois de ser capturada, Fátima se apaixonou por Gonzalo e pouco depois eles se casaram. Antes, porém, Fátima foi batizada na fé católica e recebeu o nome de Oureana. Diz-se que as cidades portuguesas de Fátima e Ourém recebem estes nomes em homenagem à princesa muçulmana.

O interessante é que a princesa muçulmana tinha o nome de uma das filhas de Maomé, Fátima bint Muhammad, mulher de grande reverência no Islã.

A filha de Maomé também recebeu o título de al-Zahra, “a brilhante”, e Maomé, certa vez, disse sobre ela: “Você será a mais abençoada de todas as mulheres no paraíso, depois de Maria” (embora o muçulmanos não compartilhem as mesmas crenças que os católicos em relação à Virgem Maria, eles têm o mais profundo respeito por ela).

Segundo o padre Miguel Ángle Ayuso, secretário do Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-religioso, esta conexão pode ser uma porta para o diálogo.

Segundo o que foi assinalado no VIII Encontro de Oração Islâmico-Cristã em 2014, “A Igreja Católica reconhece que os muçulmanos honram Maria, a Virgem Mãe de Jesus, e, inclusive, a invocam com piedade (…). Maria é mencionada várias vezes no Alcorão. O respeito por ela é tão evidente que, quando ela é mencionada no Islã, acrescenta-se ‘Alayha l- salam’ (a paz esteja com ela). Maria, modelo para muçulmanos e cristãos, é também modelo de diálogo”.

O venerável Fulton Sheen estabelece uma interessante conexão entre a  reverência dos muçulmanos em relação à Maria, a filha de Maomé e as aparições de nossa Senhora em Fátima:

 “Por que a Santíssima Virgem Maria, no século XX, deveria ter se manifestado em um insignificante povoado de Fátima, para que todas as gerações futuras a conhecessem como ‘Nossa Senhora de Fátima’? Como nada acontece fora do céu sem a delicadeza de todos os detalhes, creio que a Virgem escolheu ser conhecida como ‘Nossa Senhora de Fátima’ como uma promessa e um sinal de esperança para o povo muçulmano e para assegurar que quem tem respeito por ela algum dia também aceitará o seu Divino Filho”.

Surpreendentemente, além de atrair os peregrinos cristãos, o santuário de Fátima também atrai um grande número de muçulmanos. Eles querem ver o lugar onde a Virgem Maria apareceu, em uma cidade batizada em homenagem a uma das mulheres mais importantes do islã.

Enfim, a Santíssima Virgem Maria chamou, em Fátima, todos os cristãos a rezar pela paz no mundo. Em uma época em que se recorrem à violência em nome do islã, é mais do que necessário recorrer à Nossa Senhora de Fátima.

Vamos continuar trabalhando pela paz no mundo e encarar Nossa Senhora como uma ponte entre muçulmanos e cristãos, suplicando que ela coloque fim ao ódio que tem causado tanta violência em todo o mundo.

Philip Kosloski | Maio 08, 2017

A surpreendente conexão entre Nossa Senhora de Fátima e o islã

Sami, muçulmano, cumpriu promessa de joelhos em Fátima por uma união entre povos

Sami Aoun, do Líbano, decidiu cumprir uma promessa de joelhos assim que chegou ao Santuário de Fátima. A chuva e as dores não abalaram o jovem muçulmano, que pediu uma maior união entre as diferentes fés e crenças.

O jovem que vive em Beirute parecia que ia sucumbir a cada passo dado de joelhos já doridos e molhados. Parava, olhava para a frente, depois para o chão, e prosseguia, quase esgotado, enquanto peregrinos procuravam ajudá-lo, fosse com um guarda-chuva para o abrigar do mau tempo, ou oferecendo umas joelheiras, que recusou sempre.

“É uma grande sensação. Se calhar sente-se 0,001% do que Jesus sentiu na sua última hora quando foi levado para a cruz”, disse à Lusa Sami Aoun, ainda a recuperar o fôlego, no final da promessa.

O jovem de 29 anos já tinha ouvido, na sua terra natal, que “a virgem Maria tinha aparecido em Fátima” e decidiu deslocar-se ao santuário, aproveitando umas férias em Madrid. “Mesmo sendo longe, é merecida a visita a este lugar abençoado.”

No percurso, rezou pela mulher, pelo filho que deverá nascer “daqui a dois meses” e por uma maior “união entre cristãos e muçulmanos”.

Para Sami, o retrato feito dos muçulmanos pelos ‘media’ é errado. “O muçulmano tem que acreditar primeiro no cristianismo e só depois no islamismo. Porque o cristianismo veio antes e abriu o caminho para todas as pessoas acreditarem em Deus”, frisou.

“Eu acredito na virgem Maria. Acredito que ela tenha aparecido aqui aos três meninos. Quando vim aqui visitar Fátima e vi as pessoas a fazerem isto [as promessas de joelhos], eu também fiz, pela virgem Maria e por Jesus Cristo. Como muçulmano, acredito em Jesus Cristo e amo-o muito. Nós, muçulmanos, amamo-lo muito, não é como dizem os ‘media’”, vincou Sami, enquanto fazia a promessa de joelhos que se transformou num momento carregado de simbolismo.

Durante o caminho sofrido, uma peregrina asiática parou junto ao jovem libanês para rezar por ele e uma mulher ajoelhou-se ao seu lado e deu-lhe forças para continuar. “Agora já está quase. Força”, disse uma portuguesa, quando Sami já circundava de joelhos a Capelinha das Aparições, com dois amigos do Líbano a segurarem-lhe nos braços para continuar.

Sentada à beira da Capelinha das Aparições a ouvir o terço, Maria Isabel estava impressionada com o rapaz muçulmano a cumprir os últimos passos em esforço. “Que Nossa Senhora de Fátima o ajude, a ele e aos amigos, que eles são filhos de Deus como a gente”, desabafou a mulher de 86 anos, natural de Fátima.

Quando a promessa ia a meio, Sami explicava à Lusa que o que fazia era também “um gesto” para mostrar que todos podem “viver juntos”.

Na sua terra natal, no sul do Líbano, há uma mesquita e uma igreja “separadas por 60 metros”, notou.

“No nosso país também já houve uma grande divisão, que é a vergonha da história do Líbano – a guerra civil entre muçulmanos e cristãos. Mas o país sempre recebeu todos: de arménios a curdos, até palestinos. É muito importante a união entre povos”, contou Mohammad, que ajudava Sami na promessa.

Num momento em que o mundo parece tão dividido, é preciso mostra que todos são “irmãos, com o mesmo sangue”, disse à Lusa Hassam, que também acompanhava o jovem libanês na sua promessa. “Nós viemos todos de Adão. Qual é a diferença?”

PAULO NOVAIS/LUSA

Sami, muçulmano, cumpriu promessa de joelhos em Fátima por uma união entre povos

Novo Presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social e Mobilidade Humana

Novo Presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social e Mobilidade Humana

Opção pelos pobres é prioritária da Igreja

O bispo do Porto, novo presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social e Mobilidade Humana da Igreja Católica em Portugal, afirmou que a opção pelos pobres é “a prioritária” e que estes têm de ser “sujeitos e protagonistas de evangelização”.

“Temos sobretudo de encontrar nos pobres desafiadores e protagonistas evangelizadores de um mundo diferente, um mundo mais justo, mais coerente, que nos aproxime mas sobretudo mais irmãos e onde as distâncias e as diferenças entre aqueles que têm tudo e aqueles que não têm nada se possam esbater para sermos irmãos a vivermos nesta fraternidade que evangeliza”, disse hoje D. António Francisco dos Santos à Agência ECCLESIA.

O prelado sublinhou que os pobres “têm de ser os destinatários preferenciais” da missão da Igreja e acredita que assim se “muda muito” o paradigma da construção da sociedade.

“Temos de ser mais rápidos nas respostas, mais próximos na presença e mais transparentes na nossa ação sociocaritativa”, afirmou.

O bispo do Porto foi eleito, esta quarta-feira na Assembleia Plenária da Conferência Episcopal Portuguesa, presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social e Mobilidade Humana e enumera prioridades para o próximo triénio.

A capacidade de trabalhar em rede com a sociedade civil, as autarquias locais, iniciativas do Estado, com as instituições e organizações da ação social para “valorizar o trabalho aos mais carecidos” num “diálogo permanente” rejeitando “posições que estreitem horizontes”.

Para D. António Francisco dos Santos, outro aspeto importante para a Igreja Católica em Portugal, que procura repensar a sua pastoral conjunta “sem uniformismo”, é promover um “trabalho mais integrado e coordenado” das 21 dioceses, “otimizando iniciativas” para serem “mais interventivos e mais proativos”.

O novo presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social e Mobilidade Humana diz ser necessário também dar “particular atenção” a alguns setores em que é preciso investir mais, como a promoção da justiça social, valorização do “progresso justo”, da paz, do diálogo entre gerações e inter-religioso e setores da vida para “construir cultura que ajude a promover mundo melhor”.

Saibamos cuidar com particular atenção das franjas dos mais frágeis da sociedade como os sem-abrigo”, acrescentou, dando outros exemplos como estar atento ao desemprego como “drama social”, sobretudo nas classes mais jovens, à inserção de reclusos, a valorização dos emigrantes, dos ciganos, de  “pequeninos grupos de etnias marginalizadas”, acolher os refugiados, “temos sido tão lentos nesse acolhimento”.

D.  António Francisco dos Santos considera ainda que a comissão deve “valorizar áreas novas” como a pastoral do turismo, promover a “cultura de comunhão, passar da denúncia à profecia”. 

Semanário Ecclesia, 28 de abril de 2017

Santuário de Lourdes também vai rezar com Fátima

Santuário de Lourdes também vai rezar com Fátima

O Santuário de Lourdes, em França, recusa a existência de “concorrência” com Fátima para atrair fiéis ou turistas, preferindo sublinhar a “complementaridade” que há entre os vários locais de culto mariano, com “tonalidades” diversas, em todo o mundo. “Apercebemo-nos que não estamos em concorrência, porque todos celebramos a Virgem Santa”, disse à Lusa o Vice-Reitor do Santuário de Nossa Senhora de Lourdes, acrescentando que “há uma complementaridade profunda entre todos os Santuários marianos, indo os peregrinos de um a outro”. Para Xavier d’Arodes, “cada santuário tem uma tonalidade própria” e quando se vem a Lourdes procura-se “uma cura para uma doença física ou psicológica”. Há centenas de locais de culto mariano (de Maria, “mãe” de Jesus) em todo o mundo, estando Lourdes e Fátima entre os mais importantes e os mais visitados. “Atualmente assistimos a um aumento do número de pessoas que vão aos santuários, porque as pessoas estão à procura de referências”, disse Xavier d’Arodes, recordando uma imagem antiga que compara “locais de culto” com “hospitais de campanha”. O Vice-Reitor de Lourdes acredita que, num contexto de descristianização do continente europeu, “aqueles que estão, por vezes, em dificuldade, que se interrogam sobre o sentido da sua vida”, vão a um Santuário como iriam a um hospital tratar da sua saúde. O complexo de igrejas do Santuário de Nossa Senhora da cidade dos Pirenéus franceses foi construído em finais do século XIX, na sequência de várias aparições da Virgem Maria perante uma camponesa de 14 anos, Bernadette Soubirous, a partir de 1858. Xavier d’Arodes também rejeita que Lourdes não seja mais do que tudo um local turístico, com os hotéis a invadir a cidade e a chegarem aos locais de culto. “Claro que há uma pressão de hotéis”, admite d’Arodes, mas explica que é “por razões diferentes na estrutura da peregrinação dos fiéis”. Os peregrinos que vão a Lourdes são, na sua maioria, doentes que precisam de serviços hospitalares, ficando na cidade “vários dias”, ao contrário de Fátima, onde “a experiência é muito mais curta”, segundo o Vice-Reitor. “As pessoas participam na celebração, em Fátima, por volta do dia 13 de cada mês, mas em seguida partem muito rapidamente, enquanto em Lourdes a peregrinação dura mais tempo, por isso precisamos de estruturas de acolhimento que não há em Fátima”, explica Xavier d’Arodes. O Santuário de Nossa Senhora de Lourdes é uma área com várias igrejas e outras instituições construída em torno da Gruta de Nossa Senhora de Lourdes, local da primeira “aparição”. A fama de Lourdes cresceu muito nos anos seguintes a 1858, quando mais de 2.000 curas sem explicações foram reconhecidas pelo posto médico instalado no local. Entretanto, a Igreja também reconheceu cerca de sete dezenas destas curas como sendo “milagrosas” e validou oficialmente as “aparições” logo em 1862. O número dois do Santuário de Lourdes realçou as “relações excelentes” com Fátima: em 1947 a estátua de Nossa Senhora de Fátima viajou até Lourdes e em 2008, aquando das comemorações dos 150 anos da primeira aparição na cidade francesa, os reitores e padres de Fátima também vieram a Lourdes. “Há relações muito fortes entre os dois Santuários”, insiste Xavier d’Arodes, assegurando que tanto ele como o Reitor de Lourdes irão a Fátima em 13 de maio próximo, para assistirem às comemorações do centenário das aparições naquele local de culto, que terá a presença do papa Francisco. Na cidade francesa, de maio a outubro de 2017, todos os dias 13 haverá uma evocação a Nossa Senhora de Fátima e todas as procissões previstas terão imagens dessa santa. Por outro lado, a cerimónia presidida em 13 de maio próximo pelo papa Francisco, em Fátima, será retransmitida num ecrã gigante instalado na Basílica Saint-Pie X, em Lourdes. “Para nós, é uma grande alegria podermos também celebrar o centenário das aparições em Fátima”, concluiu Xavier d’Arodes.

Clara Teixeira

In luso Jornal, 19 de abril de 2017