Abr 28, 2020 | Documentos, Migrantes, Missões, Recortes
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Antigo diretor do Serviço da Pastoral das Migrações da Conferência Episcopal Francesa
Lisboa, 21 abr 2020 (Ecclesia) – José Coutinho da Silva, antigo diretor do Serviço da Pastoral das Migrações da Conferência Episcopal Francesa, faleceu esta segunda-feira, na sequência de doença prolongada.
A Obra Católica Portuguesa de Migrações (OCPM) presta homenagem ao colaborador dos bispos franceses, que assumiu ainda funções pastorais na comunidade católica de Orleães.
“Foi uma ponte entre a igreja portuguesa e francesa”, assinala Eugénia Quaresma, diretora da OCPM, em nota enviada à Agência ECCLESIA.
D. Januário Torgal Ferreira, bispo emérito das Forças Armadas, acompanhou o trabalho do leigo português em França, recordando-o como “a pessoa mais sensível e capaz” que encontrou no mundo da emigração.
“Foi um português que honrou a Igreja em Portugal e a humanidade”, refere à Agência ECCLESIA.
Para o responsável católico, José Coutinho da Silva foi um “exemplo de integridade e fé, que nunca pedia nada em troca”, destacando a sua atividade “junto dos mais abandonados e desprotegidos”.
O padre Lino Maia, da Diocese do Porto, entrou no Seminário e concluiu o seu curso de Teologia, em 1970, com o falecido emigrante, que recorda como “um homem muito completo”, que se destacava pelas relações humanas e o “grande espírito de serviço”.
Para os colegas era claramente o melhor, tanto em humanidade como na sua vivência eclesial”.
O presidente da CNIS recorda que José Coutinho da Silva procurou responder às necessidades que surgiram no “pico da emigração clandestina” para França, um trabalho que lhe valeu a admiração da Conferência Episcopal Francesa e do bispo de Orleães, que lhe confiou a responsabilidade de coordenar uma equipa pastoral, numa comunidade com muitos migrantes, em particular magrebinos.
O perfil deste homem devia ser estudado, por aquilo que era e por aquilo que fez”.
Em entrevista à Agência ECCLESIA, publicada por ocasião do Dia de Portugal em 2016, José Coutinho da Silva falava da sua ligação ao país natal: “Eu sei de onde vim, procuro um caminho para onde vou e há muita gente que o dinheiro os fez esquecer de onde vieram”.
“Na quase totalidade das dioceses de França, os portugueses que se aproximaram ou que se deixaram aproximar pela Igreja têm uma presença importante na vida das diferentes comunidades paroquiais”, assinalava ainda.
PR/LFS/OC
Abr 28, 2020 | Migrantes, Missões, Recortes
Padre Carlos Caetano considera que «sentimentos de compaixão e solidariedade, perante a pandemia, vão deixar frutos positivos»
Lisboa, 16 abr 2020 (Ecclesia) – O responsável pelas comunidades católicas portuguesas em França, padre Carlos Caetano, disse à Agência ECCLESIA que a “experiência do isolamento social” faz compreender melhor o que é “ser-se migrante ou refugiado”.
“É uma situação dramática mas há frutos positivos porque, pela primeira vez, estamos a fazer a experiência de não termos a possibilidade de nos mover como queremos, por isso poderemos compreender melhor o que é ser-se migrante ou refugiado, estar tanto tempo impedido de viajar ou estar há tanto tempo fechado num campo de refugiados”, afirmou o padre Carlos Caetano.
O responsável pela Capelania de Língua Portuguesa adiantou ainda que a população que agora está em isolamento e acompanhou as celebrações pascais pelas transmissões televisivas, por exemplo, “sentiu na pele a experiência dos doentes” que não têm muitas vezes outras forma de alimentar a fé.
“Agora pela primeira vez estamos a seguir a missa através de ecrãs e sentimos na pele a experiência de tantos doentes e há uma grande compaixão que se está a desenvolver neste tempo de isolamento”, aponta.
O sacerdote scalabriniano assume que esta foi uma “Páscoa diferente, com celebrações vividas de forma diferente” mas que temos de olhar a realidade envolvente e perceber que há outros sacrifícios.
Este ano houve muitos migrantes que se viram frustrados nos planos de viagem, de férias e de regresso às suas casas, quando muitos pensavam ir a Portugal, mas esse é um sacrifício muito modesto porque quando pensamos no sacrifício de pessoas que têm de ir trabalhar com medo de ficar doentes, ou que estão nos hospitais esse é o grande sacrifício”.
O padre Carlos Caetano adiantou ainda que em França, “a cada noite pelas 20 horas, as pessoas vão às suas janelas para aplaudir os profissionais de saúde”.
Quanto à dinâmica pastoral o sacerdote refere que os migrantes estavam em vantagem em relação aos franceses e que já muito estava a ser feito para promover a “comunicação e comunhão”.
“Enquanto que nas paróquias francesas o território é muito importante, aquela é a minha paróquia, para a pastoral dos migrantes isso torna-se secundário, procuramos a comunidade onde se celebra a nossa Língua, o rito e haja respeito pelas nossas tradições, eu conheço famílias que fazem até uma hora de estrada para irem àquela Igreja onde se celebra em Português”, conta.
Além disso a comunidade portuguesa já “tinha desenvolvido uma página de Facebook, grupos de whatsApp e programas na rádio” e isso que era útil antes do isolamento “ainda se tornou mais necessário”.
O religioso referiu ainda que as partilhas da liturgia e comentários à Eucaristia têm sido uma mais valia neste tempo de isolamento devido à pandemia do Covid-19.
“Um exemplo de diálogo que já fazia antes e que não foi preciso inventar por causa do isolamento, todas as semanas num blog que mantenho desde 2008 partilho as leituras e comentário da missa, assim já havia um esforço para dar visibilidade à liturgia em português mas que já existia, depois SMS, WhatsApp, Facebook e as novas tecnologias que nos permitem estar em comunicação e em comunhão”, assume.
SN
agencia.ecclesia.pt/portal/covid-19-isolamento-ajuda-a-compreender-o-que-e-ser-migrante-ou-refugiado-capelao-das-comunidades-portuguesas-em-franca/
Abr 28, 2020 | Migrantes, Missões, Recortes
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Padre Luis Cordeiro, assistente das Comunidades Portuguesas no Estado da Califórnia, revelou que há infetados portugueses e já houve falecimentos devido ao novo coronavírus
Lisboa, 17 abr 2020 (Ecclesia) – O padre Luis Cordeiro, Assistente das Comunidades Portuguesas, no Estado da Califórnia, nos Estados Unidos da América, revela que os emigrantes portugueses “estão com medo” e pedem “muita oração para que tudo termine”.
“Algumas pessoas estão com medo e pedem orações de agradecimento mas também pedidos de oração para que tudo isto termine, sabemos de pessoas contaminadas e outras até que acabaram por falecer devido ao Covid-19”, conta o padre Luis Cordeiro à Agência ECCLESIA.
O sacerdote é pároco de Santo António, na Diocese de Hughson, Estado da Califórnia, e acompanha as comunidades de portugueses, foi tendo conhecimento de pessoas que faleceram naquele Estado devido ao coronavírus, “sendo mexicanos, filipinos, vietnamitas” mas também na comunidade portuguesa “pessoas que recuperaram e outras que perderam a vida”.
“É muito difícil nos funerais, pedimos que as pessoas se protejam e há sempre a dificuldade porque não podem ser normais, infelizmente as pessoas juntam-se, quando pensamos ter quatro ou cinco pessoas e chegamos e temos 50 ou 60 pessoas, dentro do carros, querem aproximar-se, mesmo que a gente diga ‘só familia” mas é sempre difícil, quando temos uma pessoa amiga que faleceu sentimos no nosso coração que queremos estar próximo e rezar”, assume o sacerdote açoriano.
Foto: Lusa/EPA
O padre Luis Cordeiro partilhou que as pessoas seguem as regras do isolamento social na generalidade mas há extremos, “uns cumprem todas as regras, outros saem demais”, as “Eucaristias foram canceladas e as pessoas acompanham através de transmissões online, da rádio ou da televisão”.
“Através dos meios de comunicação social é o único meio para chegar a cada casa, através do site de cada Igreja, do Facebook e muitas igrejas estão a transmitir em direto ou até a gravar para que todos possam acompanhar”, conta.
Com a celebração da Páscoa “totalmente diferente” o sacerdote partilhou ser interessante “falar para a câmara e ver os bancos da Igreja vazios”, transmitiu as celebrações pascais e cada dia assume a “recitação online do terço da Misericórdia”.
Além das transmissões o telefone ganhou também grande importância como “meio de chegar às pessoas mais idosas e demais famílias que não têm acesso às tecnologias”.
“Uma das recomendações do nosso bispo, de origem portuguesa, pede que usemos os meios de comunicação para chegar às pessoas, não podemos fazer confissões, cancelámos a catequese, os pequenos eventos e cerimónias que tínhamos mas ligar podemos sempre fazer e prometer a nossa oração”, assegura.
O sacerdote, natural da diocese de Angra, vai ligando para as famílias para “saber como estão” pois já vai havendo “pessoas a passar dificuldades económicas” e os mais idosos também estão na lista.
“Há depois as pessoas com mais idade e as famílias pedem, ‘reze por a gente’, tenha nas suas intenções esta ou aquela pessoa’, e nas missas pedimos sempre pelas pessoas doentes e pelos infetados pelo Covid-19”, refere.
Nestes telefonemas o padre Luis Cordeiro tenta deixar a palavra “Aleluia”, no sentido da alegria mas outras expressando a confiança.
“A palavra Aleluia deixa o sentido da alegria e a expressão ‘não tenhamos medo’, porque no final tudo passará; há também a palavra paciência, muito importante, mesmo que seja difícil precisamos muito e tudo vai passar com esta confiança e esperança que Deus não nos abandona e por isso Aleluia”, remata.
SN
Abr 28, 2020 | Migrantes, Missões, Recortes
Isolamento social levou a novas iniciativas, destaca o responsável da missão, padre Rui Barnabé
Covid-19: Portugueses da Comunidade Católica de Mainz, na Alemanha, criam novas ocasiões de encontro no ambiente digital (c/vídeo)
Lisboa, 14 abr 2020 (Ecclesia) – O pároco da Comunidade Católica de Língua Portuguesa de Mainz, na Alemanha, apostou nas transmissões das celebrações online para “reunir as pessoas” e experimentar novas formas de oração e de convívio “visitando cada casa”.
“O nosso objetivo é rezar em conjunto e comunicar também entre todos, não é uma transmissão profissional, e no fim de cada transmissão juntamos a possibilidade de todas as pessoas que estão a assistir deixar uma saudação”, explica o padre Rui Barnabé.
Assumindo não ser o “padre mais tecnológico do mundo” o sacerdote foi sentindo a necessidade da proximidade com os emigrantes membros da comunidade e, “apesar da presença na internet, um blog e uma página de facebook”, era preciso mais.
Os padres aqui em Mainz estão convidados a tocar os sinos quando começam a celebrar Missa às horas habituais, esta simbólica está a acontecer na cidade toda, no domingo de Páscoa foi uma sinfonia de sinos, não é da Igreja Católica só mas também de igrejas evangélicas, foi quasee ininterrupto o toque dos sinos na cidade; mas para uma comunidade cristã de emigração a maioria das pessoas não vive no centro da cidade e a simbólica dos sinos não chega”.
As transmissões foram “melhorando com a ajuda de membros da comunidade”, ligados às tecnologias, e no quinto domingo da Quaresma “foi possível a primeira transmissão online” numa plataforma “open source e sem limite de tempo”.
“As pessoas estão a apreciar, o número das pessoas que entram na plataforma aumentou, mas a minha preocupação não são os números, pois eu como padre já estaria a rezar aquela hora, mas se nos pudermos encontrar e rezar esse é o grande objetivo”, aponta o sacerdote aveirense.
As transmissões online têm a particularidade de um “pequeno convívio” no fim e surgiu uma nova modalidade de oração na própria comunidade, “apesar da limitação esta é uma oportunidade”.
“Há uma coisa que nunca se fez, uma oração da noite em conjunto, em tempos normais as comunidade está dispersa e encontra-se ao fim-de-semana mas agora conseguimos e as pessoas estão a desejar boa noite umas às outras e saber se estão todos bem”, afirma.
O padre Rui Barnabé contou ainda à ECCLESIA que o fim da vigília pascal, adaptada à transmissão online, foi feito um “brinde de Páscoa aos amigos e vizinhos”, pessoas que “vivem a 60 e 70 km umas das outras e assim se encontraram desta forma”.
Esta nova realidade traz ainda outros desafios quer nos ambientes de celebração, que o sacerdote prepara, quer na forma mais “silenciosa” em que tem de celebrar.
Numa das celebrações do Tríduo em que de uma das casas estavam a cantar eu atrapalhei o nosso responsável do coro porque comecei a cantar com ele, esqueci-me que não estávamos juntos e esse sentimento é engraçado, não é uma situação normal mas conseguimo-nos abstrair e com esta maneira parece que a gente se sente mais unidos nas celebrações”.
Nesta comunidade não se sentiu a limitação dos emigrantes não regressarem a Portugal para a festa da Páscoa, “uma vez que vão mais na altura do Natal” mas aconteceu a situação contrária.
“Há famílias que pertenciam a esta comunidade, se reformaram e voltaram a Portugal, e agora teriam de escolher uma celebração online e algumas têm participado connosco porque sentem saudades desta comunidade que deixaram, aqui tenho esta relação aos contrário, que dizem nunca pensarem celebrar a Páscoa online com a comunidade onde estiveram tantos anos”, afirma.
SN
Abr 28, 2020 | Migrantes, Missões, Recortes
Padre Rui Pedro, na Missão Católica de Língua Portuguesa, traça a realidade vivida neste tempo pascal em isolamento
Lisboa, 14 abr 2020 (Ecclesia) – O responsável pela Missão Católica de Língua Portuguesa do Sul do Luxemburgo disse à Agência ECCLESIA que os emigrantes celebraram a Páscoa em isolamento social, sem visitar as terras de origem e na “fidelidade” a tradições pascais de Portugal.
“Vemos mais uma vez a grande ousadia dos nossos emigrantes, que mostram a sua fidelidade à sua fé e não têm vergonha em mostrar que são cristãos! E este ano houve uma multiplicação de cruzes, de diferentes materiais e diferentes cores, uma autêntica beleza”, disse à Agência ECCLESIA Padre Rui Pedro.
Devido à pandemia Covid-19 os emigrantes portugueses viram-se impedidos de passar a época da Páscoa em Portugal, onde “muitos são mordomos e ajudam nas tradições pascais”, lembrou o sacerdote scalabriniano e é o responsável pela Missão Católica de Língua Portuguesa do Sul do Luxemburgo, com sede em Esch-sur-Alzette.
“Este isolamento social em tempo de Quaresma, tempo de vivacidade com muitas celebrações, pegou-nos em intensa atividade, importante para as pessoas. Aqui grande parte das pessoas que pertencem a esta comunidade são do norte de Portugal e, por exemplo, este ano todos colocavam imagens do compasso pascal nas redes sociais”, refere.

Um tempo de Páscoa diferente para todos onde esta comunidade do sul do Luxemburgo conta com 400 crianças na catequese, viveram uma “interrupção muito brusca” e os catequistas tentam “através das redes sociais manter contacto com os pais”, com novas propostas.
“Penso que, se no Natal se fazia o presépio, agora talvez vamos fazer com as crianças o calvário, um hábito que não tínhamos”, aponta o religioso.
O padre Rui Pedro falou ainda da realidade das pessoas que vivem mais isoladas, e que a “intensificação de contactos por email e pelo telefone” se foi concretizando.
“Vivemos sempre em comunhão com todos; a Igreja continua aberta mas sem celebrações; tínhamos um grupo de missa diária e vão às igrejas que estão abertas e temos colocado uma mesa com livros para as pessoas levar e se possam cultivar na fé”, conta.
Também as transmissões através da televisão portuguesa foram importantes para esta comunidade “que conseguiu parar para participar, sentar no sofá ou na cadeira e acompanhar a missa”.
“Neste tríduo pascal acompanharam as celebrações onde se percebeu uma grande intenção de dar beleza às celebrações, foram muito sentidas e multiplicadas nas redes sociais pelos nossos emigrantes”, destacou.
O sacerdote da Congregação Missionária de São Carlos adiantou ainda que o tempo de isolamento tem sido desafiante e uma descoberta para a própria comunidade que assumiu três atitudes: a comunhão, através das partilhas em redes sociais, a comunicação, na intensificação de envio de emails e contactos telefónicos e ainda a oração.
“Aqui na comunidade somos quatro sacerdotes, que estamos a celebrar sem o povo. Saibam que estamos em oração e rezamos por eles, pelas famílias e os filhos, se já a realidade dos emigrantes é as famílias estarem separadas, agora aqui aumentou a separação”, constatou.
O padre Rui Pedro acrescentou ainda que tem sido um “momento desafiante” para a comunidade de religiosos, com “tempos de oração mais sossegado”, trazendo para as “celebrações as intenções que são enviadas por email”.
Covid-19: Páscoa dos emigrantes no Luxemburgo vivida na «fidelidade» a tradições de Portugal (c/vídeo)
Abr 13, 2020 | CCEE, COMECE, Recortes
Bispos europeus chamam fiéis a dar um sinal de esperança
“Eu sou a luz do mundo. Quem me segue nunca andará nas trevas, mas terá a luz da vida. ” (João 8:12)
Em vista das próximas celebrações do domingo de Páscoa, H. Em. Cartão. Jean-Claude Hollerich SJ e H. Em. Cartão. Angelo Bagnasco, respectivamente presidentes da Comissão das Conferências Episcopais da União Europeia (COMECE) e do Conselho das Conferências Episcopais da Europa (CCEE), convida todos os católicos a espalhar uma mensagem de esperança acendendo uma vela janela na véspera da Páscoa.

“É uma mensagem pequena, porém significativa e simbólica de esperança, neste momento histórico e dramático em que milhões de pessoas na Europa e no resto do mundo são afetadas por muito sofrimento e incerteza causada pela pandemia de Covid-19” – afirmam os dois líderes da Igreja Católica na Europa.
Esta iniciativa também visa reforçar o senso de comunidade na UE e em todos os países europeus. O atual contexto de medo nos leva a desconfiar do outro, que é percebido como um perigo potencial. “Mais do que nunca – dizem os dois cardeais – devemos cultivar os sulcos da irmandade: é unido e unido que venceremos esse flagelo”
Já em 12 de março de 2020, quando a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou oficialmente o surto de coronavírus uma pandemia, os dois líderes da Igreja fizeram uma oração comum a Deus por ajuda, conforto e salvação.
Naquela ocasião, os dois cardeais se uniram ao papa Francisco reiterando a proximidade da Igreja a todos os que se debatem devido à pandemia: as vítimas, suas famílias e todos os profissionais de saúde, voluntários e fiéis que estão na linha de frente, cuidando das pessoas afetadas e trazendo-lhes alívio.